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Corpo de caminhoneiro desaparecido na Grande BH é identificado: Polícia aponta latrocínio

Ayder de Queiroz Nascimento, de 58 anos, desapareceu em março, mas foi encontrado e identificado em abril; Polícia Civil prendeu 5 suspeitos e identificou mais de 10 envolvidos

Corpo do motorista foi encontrado em avançado estado de decomposição na Grande BH; cinco pessoas estão presas

A Polícia Civil identificou, no fim de abril, o corpo do caminhoneiro Ayder de Queiroz Nascimento, de 58 anos, desaparecido no dia 28 de março na Região Metropolitana de Belo Horizonte e encontrado após mais de um mês. Nesta quinta-feira (2), a PC explicou ainda a prisão de quatro envolvidos no crime, que têm entre 25 e 40 anos.

Ayder estava na estrada para Governador Valadares, no Leste de Minas, quando perdeu contato com a família. Na verdade, ele tinha sido abordado pelo grupo, que o manteve em cárcere por horas. Logo após op desaparecimento, a família percebeu transações financeiras em nome dele, e no mês de abril, o caminhão foi encontrado no bairro Jardim Vitória, em BH.

Semanas depois, o corpo de Ayder foi encontrado já em avançado estado de decomposição em um local de difícil acesso em Ravena, também na Grande BH. Nesse momento, a investigação por sequestro passou a considerar o motorista como vítima de latrocínio.

"Quando o caminhão perdeu velocidade, os autores que estavam dentro de um veículo emparelharam com o caminhão e fizeram a abordagem", afirmou a delegada Fabíola de Oliveira. Investigando o destino do dinheiro transferido da conta da vítima, foi identificada a quadrilha, segundo ela.

"Hoje já conseguimos identificar catorze pessoas dentre as pessoas que cederam o veículo, os veículos utilizados, pessoas que que cederam o local onde a o veículo estava sendo escondido", detalhou.

Se condenados, os suspeitos podem ser indiciados por latrocínio, ocultação de cadáver, lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção de menores. A PC identificou 15 pessoas como envolvidas no crime. Como pode haver também a participação de mais de um menor de idade, as investigações prosseguem na entidade.

(Com informações de Felipe Quintella)

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