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Vai chover? Veja como será a previsão do tempo para o mês de dezembro

O tempo continuará seco e quente na maior parte do Brasil

Imagem (a): previsão de chuva; imagem (b): temperatura média do ar para o mês de dezembro de 2023

Imagem (a): previsão de chuva; imagem

Reprodução/Redes Sociais

Depois de um mês de novembro atípico, com uma forte onda de calor e chuvas abaixo do esperado, dezembro continuará seco e quente na maior parte do Brasil. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a chuva ficará abaixo da média nas regiões Norte, Nordeste e em parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste. Já região Sul pode ter um excesso de chuvas.

Segundo o órgão, estão previstas chuvas de menos de 200 mm no oeste do Amazonas, leste do Pará, o Tocantins e grande parte do Nordeste. A parte leste da região Nordeste continuará no período de seca. Portanto, os acumulados de chuva não devem ultrapassar os 100 mm.

Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste a previsão é que as chuvas sejam superiores a média. A precipitação pode atingir volumes superiores a 300 mm em áreas do Mato Grosso, Goiás, no centro-sul de Minas Gerais, nordeste de São Paulo e sul do Rio de Janeiro.

Em uma outra parte do Sudeste (norte dos estados de Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo), a chuva vai continuar menor que a média, não ultrapassando os 200 mm mensais.

Já na região Sul do Brasil, a tendência é que haja um volume excessivo de chuvas. Deve chover mais de 180 mm (acima da média local), nos estados do Paraná e Santa Catarina. Já no centro-sul do Rio Grande do Sul, as chuvas devem ser próximas ou ligeiramente abaixo da média.

Dias quentes

De acordo com o Inmet, as temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do Brasil. O calor estará presente principalmente no leste da região Norte e em grande parte do Nordeste, onde as temperaturas médias podem superar 28ºC.

Apesar da temperatura se manter mais alta que o comum, não há previsão de uma nova onda de calor. “Até o presente momento, não há indícios de nova onda de calor. Todavia, há necessidade de ir monitorando as condições futuras”, diz Claudemir de Azevedo, meteorologista do Inmet.

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