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Trabalhadores subutilizados no Brasil caem de 23,5% para 21,8%, aponta IBGE

IBGE considera como subutilizados os trabalhadores desempregados, os que trabalham menos horas do que gostariam e pessoas que estão disponíveis mas não procuram emprego

Índices de desemprego recuaram no último trimestre

No trimestre terminado em maio, faltou trabalho para 25,401 milhões de pessoas no País, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho desceu de 23,5% no trimestre até fevereiro para 21,8% no trimestre até maio.

O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar.

No trimestre até maio de 2021, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 29,2%. A população subutilizada caiu 6,8% ante o trimestre até fevereiro, 1,849 milhão de pessoas a menos.

Em relação ao trimestre até maio de 2021, houve um recuo de 23 8%, menos 7,945 milhões de pessoas.

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