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Pacheco defende divisão dos lucros da Petrobras com a população

Presidente do Senado diz que conta de estabilização é saída, uma vez que governo federal não aceita mudar política de preços da petroleira

Petrobras anunciou reajuste dos preços da gasolina e do diesel

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), saiu em defesa nesta sexta-feira, 17, da criação de uma conta de estabilização para atenuar a alta dos combustíveis. "Se a situação dos preços dos combustíveis está saindo do controle, o governo deve aceitar dividir os enormes lucros da Petrobras com a população, por meio de uma conta de estabilização de preços em momentos de crise", publicou o parlamentar no Twitter, que cobrou "medidas rápidas e efetivas" por parte da empresa e da União para a crise.

Com apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o governo do presidente Jair Bolsonaro montou uma ofensiva sobre a Petrobras, que hoje anunciou mais um reajuste dos combustíveis, e quer a renúncia imediata do dirigente da companhia, José Mauro Coelho.

Pacheco argumenta que é "inexistente a dicotomia" entre Petrobras e governo, considerando que a União é a acionista majoritária e a diretoria da empresa é indicada pelo Executivo. "Já que o governo é contra discutir a política de preços da empresa e interferir na sua governança, a conta de estabilização é uma alternativa a ser considerada", publicou o presidente do Senado, destacando que o Senado já aprovou matérias legislativas para tentar conter a alta dos combustíveis.

Aumento dos preços dos combustíveis

Nesta sexta-feira, a Petrobras anunciou o aumento do preço da gasolina para as distribuidoras, passando de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro. Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro.

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