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Ex-Atlético, atacante Savarino fala sobre briga com Cuca, e diz que clube estará sempre no coração

O venezuelano, atualmente no Real Salt-Lake, falou com exclusividade à Itatiaia nesta terça-feira (19)

Atacante venezuelano rendeu cerca de R$ 12 milhões ao Atlético, após ser vendido para clube dos EUA

Vendido em abril pelo Atlético ao Real Salt-Lake, dos Estados Unidos, o atacante Savarino vive a segunda passagem pelo clube norte-americano, mas parte do coração ainda está em Minas Gerais. Pelo Galo, o venezuelano fez 99 partidas e anotou 21 gols, além de seis títulos conquistados. Ele, inclusive, guarda consigo uma grande frustração: com a negociação, que gerou cerca de R$ 12 milhões aos cofres do alvinegro, não conseguiu alcançar a 100ª partida.

Nesta terça-feira (19), Savarino falou com exclusividade à Itatiaia e, pela primeira vez, abordou assuntos que ficaram no ar após a sua saída. Pelo Salt-Lake, ele já fez sete partidas e marcou quatro gols, dando outras duas assistências. Um dos temas levantados durante entrevista à rádio de Minas, o venezulano foi perguntado se, no ano passado, teve problema com o técnico Cuca.

"Sim, existiu. Acho que foi que eu machuquei da seleção da Venezuela, num jogo contra o Fortaleza. Na verdade, não brigamos muito forte. Ele me falou algumas palavras, eu falei outras, porque queria jogar aquela partida, para pegar ritmo, pois voltava de lesão. Não foi algo muito forte. Eu agradeço por tudo que o Cuca me ensinou. Aprendi muito com ele e com os outros treinadores que passaram pelo Atlético", destaca o atacante.

"Isso ficou no ano passado e não foi nada para ser feito muito barulho. Foi uma briga de jogador com treinador, que foi resolvida no dia seguinte; ele me pediu desculpas e já continuamos nosso trabalho e as nossas conquistas", acrescenta.

Torcendo pelo Galo, mesmo que de longe, Savarino deixou amigos no clube. Apesar de o momento não ser apenas de magia, como na temporada passada, ele acredita que a equipe comandada por Antonio Mohamed pode dar voltas olímpicas importantes ainda em 2022.

"Se o Galo mantiver esta união e humildade que teve desde 2020, ano que cheguei, pode sim (ser campeão da Libertadores e do Brasileirão). Só olhar o time que tem, com grandes jogadores em cada posição; vai ser visto como favorito para ganhar, mas sempre os jogos são difíceis. Seguramente, os jogadores do Atlético farão o melhor para conquistar este título tão importante", opina.

"O Atlético vai ficar sempre no meu coração. Foram seis títulos e não posso me esquecer. Se o fizesse, seria ingrato. Foram dois anos muito importantes na minha vida e que me fizeram crescer em todos os pontos da minha vida. Só fica agradecimento no meu coração. Desejo tudo de melhor para o Galo", finaliza.

A entrevista completa com Savarino será publicada em breve no canal de Youtube da Itatiaia e também no itatiaia.com.br. Nela, ele fala sobre outros assuntos que geraram polêmica, como não ter viajado para o Equador, para duelo da Libertadores, por falta de visto especial, e também da saída inesperada do alvinegro.

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