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Queijos mineiros são destaque no Concurso Internacional do Queijo em Araxá

Grande campeão foi o italiano Gorgonzola Dop Piccante; entre os mineiros, o Maria Fumaça, de Itanhandu, no Sul de Minas, foi o melhor colocado

Queijos mineiros são destaque no Concurso Internacional do Queijo em Araxá

Um evento para valorizar a produção queijeira e premiar produtores do Brasil e exterior. Assim foi a edição 2022 do Concurso Internacional de Queijo Artesanal. A disputa aconteceu no Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá, no Alto Paranaíba, durante a ExpoQueijo Brasil 2022.

Do total de inscrições, 666 peças foram avaliadas, sendo elas de Minas, de outros estados do Brasil e de mais cinco países: Itália, Peru, Chile, Bolívia e de Portugal. Os concorrentes foram premiados em 32 categorias e aqueles 15 com as maiores pontuações disputaram o super ouro entre si.

A curadoria do concurso foi da Organização Nacional de Provadores de Queijo (Onaf), instituição italiana que forma provadores com método codificado. O júri foi composto por cerca de 170 especialistas brasileiros e estrangeiros.

O Governo de Minas é correalizador da ExpoQueijo Brasil, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e das suas vinculadas, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Premiação

Os três primeiros colocados na grande final foram italianos. O grande vencedor do concurso foi o Gorgonzola Dop Piccante, do produtor Caseificio Defendi Luigi. O queijo concorreu pela categoria “Queijos azuis com leite de cabra, ovelha ou vaca”. O produto é feito com leite de vaca, possui massa crua e

macia, não-prensada, na cor branco-palha. De textura consistente e compacta, seu sabor tende levemente para o picante.

Em segundo e terceiro lugares, respectivamente, ficaram o Sbrinz Fromelle Ouro, de Docina Nutrição, e o Caciocavallo di Agnone, produzido por Caseificio di Nucci. Eles concorreram pelas categorias "Queijos de leite cru de vaca, com massa cozida, casca lisa e maturados" e "Queijo de massa filada maturado".

A produção brasileira melhor classificada entre os finalistas foi do Laticínio Eldorado, de Igarapé do Meio, no Maranhão, com o queijo Pyramide, feito com leite de cabra. Após o desmolde, o produto recebe uma camada de carvão vegetal e é pulverizado com bolor. O efeito é de um revestimento aveludado.

Campeões de Minas

Entre os mineiros, o melhor colocado no ranking foi o queijo Maria Fumaça, da Fazenda Bom Sucesso, em Itanhandu, no Sul de Minas, vencedor na categoria “Queijos de leite de vaca com mofo branco na casca maturados”. Amendoado com notas de oliva, o Maria Fumaça passa por um ano de maturação, sob cuidados de climatização, tornando-se um produto quebradiço, que harmoniza bem com vinhos ou cervejas artesanais.

Já o produtor de Alagoa, também na região Sul de Minas, Francisco Antônio de Barros Júnior, foi ouro na categoria “Queijos de leite cru de vaca, com massa cozida, casca lisa jovem”.

O Requeijão Moreno, da marca Requeijão Toko, foi um dos produtos que garantiu lugar entre os 15 melhores do mundo. Segundo o produtor vencedor na categoria “Queijo de leite de vaca e massa fundida”, Everson Pereira, mais conhecido pelo apelido de Toko, de Porteirinha, no Norte de Minas, a sensação da vitória é “inexplicável”.

(Com informações da Agência Minas)

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