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Professores voltam a se reunir para dar resposta ao governo sobre greve em universidades federais

A última proposta feita pelo Ministério da Gestão e Inovação prevê reajustes diferentes para cada nível de professores

Em greve há mais de um mês, professores e servidores administrativos de universidades e institutos federais voltam a se reunir em assembleias, nesta semana, para dar uma resposta ao governo até a próxima segunda-feira (27).

As categorias consideram que a oferta feita na semana passada não prevê nenhum aumento em 2024 e que não atendem às demandas de recomposição do orçamento para a educação, reajuste para aposentados e reestruturação de carreira.

A última proposta feita pelo Ministério da Gestão e Inovação prevê reajustes diferentes para cada nível de professores. Os que ganham menos teriam, por exemplo, um aumento de 31% até o fim do governo Lula. E a recomposição, para os que recebem mais, seria de até 13,3% também até 2026.

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Os professores avaliam, no entanto, que isso só foca nas promoções e progressões.

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior afirma que a proposta ainda está abaixo do que foi apresentado pela categoria. Já a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos diz que não houve ainda uma sinalização do governo sobre as demandas da categoria.

Em abril, o governo fechou acordo com 11 categorias com foco no reajuste 52% no auxílio-alimentação, aumento do auxílio-saúde e auxílio-creche. Mas os professores e servidores de instituições e de órgãos ambientais não aceitaram e insistem no reajuste salarial.


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