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Scanner 3D ajuda na reconstituição de acidente que matou ciclista no Centro de BH

No último dia 12 de abril, o artista plástico Fabrício estava pedalava quando foi atropelada por um ônibus

A Polícia Civil realizou a reconstituição do choque ocorrido entre um ônibus e uma bicicleta, que resultou na morte do ciclista Fabrício Bruno da Cruz Almeida, de 38 anos, no Centro de Belo Horizonte.

No dia do acidente, conforme a PC, não foi possível fazer a perícia já que a cena foi modificada para o socorro do artista. Diante disso, eles voltaram o cruzamento entre a rua dos Guaranis e a rua dos Carijós, nessa quarta-feira (15).

“Os trabalhos periciais estão avançados e já foram coletadas imagens do acidente, tanto de câmeras de segurança quanto do próprio ônibus envolvido no fato, além do tacógrafo do veículo”, informou a corporação na manhã desta quinta-feira (16).

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Pela primeira vez, a PC utilizou o equipamento Laser Scanner 3D em uma investigação. Ele conta com laser, escâneres de precisão, câmeras de alta resolução e sensores especializados e deve ajudar a reconstruir o mais próximo possível da realidade no momento em que aconteceu o atropelamento.

O equipamento tem como função não apenas captar imagens tridimensionais detalhadas, como também oferecer uma análise.

Relembre

No último dia 12 de abril, o artista plástico Fabrício estava pedalava na região central quando foi atropelada por um ônibus que fazia a linha 5034 (Confisco/Centro). Uma das rodas ficou por cima do ciclista. Ele foi encaminhado para o Hospital João XXIII, mas morreu no dia seguinte.


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