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Hamas atirou à queima-roupa em jovens durante rave em Israel

Os ataques começaram na manhã do último sábado (7) e deixou 260 mortos

O ataque do grupo Hamas a um festival que acontecia no sul de Israel no último sábado (7) deixou pelo menos 260 mortos. Homens armados invadiram o local do evento e mataram diversas pessoas com tiros a queima roupa e fizeram outros de reféns.

Imagens registradas por câmeras de veículos que estavam estacionados mostraram os momentos de pânico vividos pelos presentes. Nos vídeos também é possível ver as execuções do grupo classificado como terrorista pelos Estados Unidos e pela União Europeia. O serviço de resgate do país, Zaka, informou que, até o momento, 260 corpos foram removidos do local do evento, a expectativa é de que o número possa crescer.

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O Festival Nova celebrava o feriado judaico de Sucot e acontecia em uma área rural perto da fronteira entre Gaza e Israel. Os brasileiros Bruna Valeanu e Ranani Glazer, ambos de 24 anos, estavam desaparecidos mas foram encontrados mortos. Até o momento, outros dois brasileiros seguem desaparecidos.

Vítimas confirmadas

A família de Bruna Valeanu (24), brasileira desaparecida em Israel após ataque no sábado (7), confirmou a morte da jovem. Ela era umas dos participantes da rave “Universo Paralello”, que acontecia a 40 quilômetros da Faixa de Gaza.

A irmã da vítima, que também vive em Israel, informou ao G1 que o Exército Israelense comunicou ter encontrado o corpo da estudante. Segundo a reportagem, o enterro está previsto para a noite de hoje.

Um dos brasileiros que estava na rave atacada pelo grupo terrorista Hamas em Israel, foi encontrado morto. Ranani Glazer, de 24 anos, estava desaparecido desde o último sábado (7). A informação foi confirmada pela tia do jovem à Folha de São Paulo, na noite desta segunda (9).

Ranani nasceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, mas morava há sete anos em Israel. O gaúcho tinha cidadania israelense e chegou a prestar serviços como militar no país. O brasileiro vivia em Tel Aviv com amigos e trabalhava como entregador. O pai de Ranani também mora em Israel, já a mãe vive no Brasil, na capital gaúcha.

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