‘IA não pode se tornar privilégio de poucos países ou de alguns bilionários’, diz Lula

fez a fala na abertura da sessão de fortalecimento do multilateralismo, assuntos econômico-financeiros e inteligência artificial durante o primeiro dia de reuniões de cúpula do bloco

Lula defendeu criação de uma moeda para comércio entre países da América do Sul e dos Brics

O presidente Lula fez a fala na abertura da sessão “Fortalecimento do multilateralismo, assuntos econômico-financeiros e inteligência artificial” durante o primeiro dia de reuniões de cúpula do bloco, neste domingo (6).

Em sua fala, ele defendeu que o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) não pode se tornar um privilégio apenas de países desenvolvidos ou de bilionários da tecnologia.

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“A declaração envia uma mensagem clara e inequívoca: as novas tecnologias devem atuar dentro de um modelo de governança justo, inclusivo e equitativo”, afirmou o presidente.

“O desenvolvimento da inteligência artificial não pode se tornar privilégio de poucos países ou um instrumento de manipulação na mão de bilionários. Tampouco é possível progredir sem a participação do setor privado ou da sociedade civil”, continuou.

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A expectativa é de que, ao final do encontro, o grupo divulgue uma declaração específica sobre o tema, que busque a valorização dos dados dos países-membros.

Cúpula do Brics

O Brics é composto por 11 países, incluindo o Brasil. Entre os líderes presentes estão os presidentes da África do Sul, da Indonésia e da Etiópia.

O presidente da China, Xi Jinping, não está presente, sendo representado pelo primeiro mineiro chinês. O presidente da Rússia Vladimir Putim que enfrenta um mandado de prisão internacional por crimes de guerra também não compareceu.

Mestrando em Comunicação Social na UFMG, é graduado em Jornalismo pela mesma Universidade. Na Itatiaia, é repórter de Cidades, Brasil e Mundo

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