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Dois tripulantes com malária são desembarcados no Porto de Santos (SP) e internados

Eles estavam em navios que saíram da Nigéria e da Costa do Marfim

Dois casos de malária em tripulantes de navios atracados no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, foram confirmados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os homens foram desembarcados e internados com sintomas da doença.

Segundo a agência, os dois tripulantes estavam em embarcações que saíram da Nigéria e da Costa do Marfim, na África.

O primeiro caso foi identificado na embarcação Genco Picardy, de bandeira das Ilhas Marshall. Conforme a Anvisa, o homem apresentava febre, dor no corpo, dificuldade de respirar e dormência nas mãos.

O protocolo de atendimento foi acionado e, na quinta-feira (4), o tripulante foi desembarcado do navio que havia saído da Nigéria. Ele continua internado.

O outro caso de malária foi identificado na embarcação Common Galaxy, também de bandeira das Ilhas Marshall e proveniente da Costa do Marfim. O tripulante, que apresentava os mesmo sintomas, foi desembarcado no domingo (7) e continua internado.

A Anvisa determinou a desinsetização das duas embarcações e a testagem dos demais tripulantes. “Ambos os casos já foram devidamente notificados para a autoridade portuária e vigilância epidemiológica municipal e estadual para as demais providências pertinentes”, informou a agência.

De acordo com o Ministério da Saúde, a malária é transmitida através da picada da fêmea do mosquito do gênero Anopheles infectada por uma ou mais espécies de protozoário do gênero Plasmodium. O mosquito também é conhecido como carapanã, muriçoca, sovela, mosquito-prego e bicuda.

A malária não tem transmissão direta, ou seja, de uma pessoa para outra. A doença também não pode ser transmitida pela água. A malária na forma grave pode causar convulsões, ateração de consciência e hemorragias.

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