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Veja o que se sabe e o que falta saber sobre a morte do PM e da filha dele em SP

Polícia localizou o carro utilizado pelos criminosos e colheu material biológico e impressões digitais

A morte de um policial militar e sua filha em uma tentativa de assalto na porta de uma farmácia, na Zona Norte de São Paulo, está sendo investigada pela Polícia Civil. Anderson de Oliveira Valentim estava de folga e tinha ido à farmácia junto com a esposa e a filha Alycia Perroni Valentim, de 19 anos, para comprar um remédio para cólica às 5h30 da manhã.

Ao ter o carro cercado por três homens encapuzados que anunciaram um assalto, ele reagiu atirando, mas acabou sendo atingido junto com a filha que estava no banco de trás do carro. A mulher do policial estava no interior da farmácia no momento do crime. Pai e filha foram sepultados na manhã deste domingo no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina em São Paulo.

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O que se sabe:

  • Ontem, sábado (24) a polícia localizou o carro usado pelos criminosos. O veículo estava na comunidade São Rafael, em Guarulhos.
  • O local fica a cerca de 3km da farmácia onde o crime aconteceu.
  • No veículo, os policiais recolheram material biológico e também impressões digitais que podem ajudar na identificação dos acusados.
  • A Polícia Civil também já fez um levantamento por câmeras de segurança de comércios vizinhos à drogaria para ajudar nas investigações.
  • Imagens de uma câmera de segurança, que circulam nas redes sociais, mostram o momento em que três suspeitos se aproximam do carro. O policial saca uma arma e intervém no assalto. Logo em seguida, há uma troca de tiros.

O que falta saber:

  • Até o momento, nenhum criminoso foi identificado ou preso.
  • A esposa do policial e o funcionário da farmácia - que testemunharam o crime - foram ouvidos pelos investigadores do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
  • A polícia quer saber se foi mesmo um assalto aleatório ou se o crime teve outra motivação.
  • Anderson tinha um terreiro de Umbanda na Zona Norte da capital. O PM compartilhava a rotina no terreiro pela internet e era engajado em causas sociais. A administração do terreiro lamentou a morte do PM.
  • O homem era cabo da 39º Companhia do 7° Batalhão de Polícia Militar. A filha dele, Alycia Perroni Valentim era estudante de Direito.

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