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Mulher morre eletrocutada em buffet de padaria no Rio de Janeiro

A caixa de supermercado Nathália Ribeiro de Oliveira Luciano, de 34 anos, estava se servindo quando sofreu uma descarga elétrica; vítima costumava almoçar no local

mulher morre eletrocutada em padaria no Rio

A caixa de supermercado Nathália Ribeiro de Oliveira Luciano, de 34 anos, era mãe de duas meninas - uma de 16 anos e outra de sete

Reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte de uma mulher em uma padaria no bairro Engenho da Rainha, na Zona Norte do Rio. Na tarde de sexta-feira (19), a caixa de supermercado Nathália Ribeiro de Oliveira Luciano, de 34 anos, foi com as amigas almoçar no estabelecimento. Ao se servir, ela encostou no equipamento que esquenta o buffet e morreu eletrocutada. As informações são do portal G1.

Nathália teria levado a descarga elétrica enquanto se servia. Após o choque, a vítima caiu desacordada. A caixa de supermercado chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e levada para o hospital, mas não resistiu. Ela deixou duas filhas - uma de 16 anos e outra de sete.

O corpo de Nathália foi enterrado no domingo (21), no Cemitério do Inhaúma, sob revolta e comoção. Segundo testemunhas, era comum que o grupo almoçasse no local. As amigas afirmam que outros clientes já haviam reclamado de choques e descargas elétricas no buffet de self-service, mas a padaria não teria feito nada.

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Em nota publicada nas redes sociais, a padaria Empório Lamego, também conhecida como Verão Vermelho, lamentou a morte da cliente. “Naquele momento foi providenciado o pronto atendimento do Samu. Nossos funcionários tomaram as devidas providências rapidamente e prestaram todo o auxílio até a chegada do atendimento médico. Lamentamos profundamente o óbito de nossa cliente e de imediato nos solidarizamos com familiares e nos colocamos à disposição para o necessário”, diz trecho do comunicado.

A padaria ainda informou que está “colaborando em tudo o que for preciso com a investigação do caso para que se esclareça o caso”.

Apesar das declarações, testemunhas afirmam que os funcionários do estabelecimento trataram o caso como morte súbita. O estabelecimento teria continuado aberto, mesmo após a morte de Nathália.

O caso foi registrado na 44ª Delegacia de Polícia (Inhaúma). Em nota enviada à Itatiaia, a Polícia Civil informou que a perícia foi realizada e que testemunhas estão sendo ouvidas. “Os agentes aguardam o resultado do laudo pericial e realizam demais diligências para apurar as circunstâncias da morte e esclarecer todos os fatos”, disse.

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