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Copa do Brasil, capital Belo Horizonte

Aqui do Rio de Janeiro fiquei acompanhando os dois jogos desta quarta feira como os malucos do futebol: rádio, TV, redes sociais, os gritos dos vizinhos e até os tambores do além

Aqui do Rio de Janeiro fiquei acompanhando os dois jogos desta quarta feira, 5 de novembro de 2014, como os malucos do futebol: rádio, TV, redes sociais, os gritos dos vizinhos e até os tambores do além. Optei por ouvir Galo x Flamengo e assistir Santos x Cruzeiro. Lógico, mudando de canal a cada lance de perigo ou marcação de gol. Haja controle.

Os cariocas, divididos pelas suas preferências e cores, torciam pelo Flamengo e o restante pelo Galo, óbvio. A cada gol do Atlético fogos eram ouvidos pela Tijuca afora. Na TV, a chuva judiava do gramado e dos dois times, principalmente, do Cruzeiro.

Aquele pênalti, marcado pelo Dewson Freitas para o Santos, até agora não fiquei convencido de ter sido ou não. E olha que revi várias vezes na TV. Não vou crucificá-lo. Mas confesso que quando o Santos fez 3 x 1 deu um vazio no peito e o pior passou pela cabeça. Mas, a raça celeste, acima de tudo, foi importante para buscar os gols do empate: 3 x 3 e a vaga na final.

No Mineirão, ouvindo as rádios do Rio de Janeiro, o Flamengo se entregava a cada gol do Galo até o tiro de misericórdia de Luan, escrevendo o nome do Atlético numa final de Copa do Brasil. O suposto milagre em preto e branco se repetia. Afinal, quando as coisas se repetem com talento é sinal puro de competência.

A Copa do Brasil já tem uma capital: Belo Horizonte.

Nós mineiros precisamos cuidar bem desses dois jogos decisivos. O país inteiro estará de olho, e precisamos fazer bonito na bola e fora de campo. Vamos torcer em paz. Já somos vitoriosos pela própria força de Minas Gerais no futebol nos dois últimos anos com tantos títulos conquistados e mais um que virá.

Vistam as camisas de Cruzeiro e Atlético com orgulho. Coloque suas bandeiras nas janelas para serem felizes. Aposte com seus amigos: gols, título e o que puder apostar. É saudável e vale a fé no seu time.

Deixe que os deuses do Futebol caminhem pela Pampulha na casa do povo, o Mineirão, templo das grandes decisões.

E que vença o melhor. Atlético ou Cruzeiro. Tanto faz. A Copa do Brasil é nossa!