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A lição de Rostov

19/06/2018 às 09:34

 

O domingo era de muita festa e expectativa de uma grande vitória do Brasil na estreia em mais uma Copa do Mundo. Aqui na Rússia não era diferente. Diferente foi ver uma Suíça determinada, ferrolho defensivo e um time nacional enrolado. Tenso e sentindo muito o peso de estrear.

Não concordo com as reclamações de arbitragem nos lances de empate e do suposto pênalti em Gabriel Jesus. Miranda, baita zagueiro, foi infantil no lance. Bastava um passo atrás e ou a saída do goleiro Alisson, que estava intransponível desde setembro do ano passado. A bola pelo alto no escanteio suíço deixou seis jogadores brasileiros apenas olhando a bola e nada fazendo. 

Na reclamação de pênalti, a péssima mania de se jogar do atleta brasileiro. Desde que me entendo como gente, lá pelos anos 70, vi muitas vezes o craque Rivelino "cavando" suas faltas, se atirando ao chão. Naquela época os árbitros marcavam e o velho Riva, que batia falta com perfeição, fez muitos gols para o Corinthians, Fluminense e Seleção Brasileira.

Hoje, fica a lição de Rostov. Não se ganha Copa do Mundo sem sofrer e jogar mais que o adversário. Não se vence com a camisa, passado de conquistas ou nomes.

A próxima adversária é a Costa Rica. Precisamos fazer uma final de copa antecipadamente. Vencer ou vencer. Essa é a opção do Brasil.

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