José Lino Souza Barros

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Gentileza quando nasce se esparrama pelo chão

Da cronista Giselle Castro

18/12/2019 às 03:12
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A gente vive tanto no modo automático que não nos damos conta da importância enorme de cada “pequeno” ato, de cada “simples” escolha que fazemos ao longo de um dia normal.

Escolhemos ser gentis ou indiferentes? Elogiar ou calar – ou pior, criticar? Guardar o papel no bolso até encontrar uma lixeira ou atirá-lo ao chão - afinal, é só um minúsculo papelzinho de chiclete… Cumprimentar com um sorriso genuíno ou por pura obrigação? Ouvir com atenção ou apenas fingir que escutamos enquanto os pensamentos estão vagando em mundos completamente distantes? Cuidar do lixo reciclável ou juntá-lo ao orgânico por preguiça? Oferecer ajuda ou fingir que não notamos a necessidade do outro? São tantas e tão variadas as nossas possibilidades de escolha. E elas acontecem o tempo todo.

O desafio é desativar o piloto automático e passar a usar o câmbio manual, escolhendo as marchas com consciência e discernimento, optando pela gentileza – consigo mesmo, com o outro, com o espaço que utilizamos.

Optar pela gentileza não significa abrir mão do próprio conforto ou se jogar em causas nobres e grandiosas. Significa desenvolver a empatia, doar mais sorrisos, mais palavras de alegria, um pouquinho mais de proximidade, de demonstração de carinho ou interesse pelo bem-estar do outro – seja ele o amigo, a mãe, o garçom ou a pessoa que espera para atravessar a rua na faixa de pedestres. (...)

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