Eduardo Costa

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Senhor governador,

Senhor governador,

06/05/2013 às 02:13

Inicialmente, quero me desculpar por levar ao senhor assunto tão pequeno diante dos graves e urgentes desafios que ocupam a mesa do chefe do Executivo de um Estado que tem 20 milhões de habitantes. Mas, caro professor, considerando que no sábado de aleluia, 7, foi o Dia Nacional do Jornalista, eu quero pedir ao senhor um presente para a nossa categoria.

Queria um tratamento respeitoso os profissionais – especialmente os da mídia eletrônica – na Cidade Administrativa. Tenho certeza absoluta que o senhor desconhece as nossas dificuldades, caso contrário teria ordenado as devidas providências.

Incrível, professor, mas não há espaço previamente definido para os veículos de comunicação; assim, cada vez que a gente vai até lá há uma orientação, um lugar para estacionar... E se há necessidade de fazer um flash ao vivo o desespero é garantido porque o veículo está sempre longe da solenidade... Não é difícil resolver, governador. Basta reservar um pequeno pedaço da estrada interna, perto do Auditório JK... Ainda assim vamos ter que caminhar uns 100 metros, mas, pelo menos, será possível atender ao pedido da chefia.

Raramente vou à Cidade Administrativa, por isso não pedi antes, mas, todas as vezes que lá compareço, me impressiono com as dificuldades impostas ao pessoal de rádio e TV. Pior mesmo, caro governador, é a situação dos cinegrafistas, carregando equipamentos pesados por 300, 500 metros. Pior ainda, professor, são os motoristas lá atrás, debaixo de sol e chuva, sem um lugar para fazer xixi ou tomar um copo de água. Quando termina, a gente anda uns 200 metros e eles vêm.

Governador, o senhor me conhece, há muito tempo, sabe que não estou pedindo privilégios. Eu falo é de respeito. Quem deveria fazer esse pedido ao senhor deveria ser o sindicato, ou uma comissão de Direitos Humanos ou, quem sabe, algum chefe de uma das redações que mandam repórteres todo dia para cobrir suas atividades.

Ocorre, governador, que vivemos nos tempos da indiferença, então, quem vai brigar pelo xixi do motorista? A propósito, pelo que percebo com olhar superficial, os quartéis da PM e dos bombeiros continuam nas tábuas da época da construção e a infraestrutura ainda carece de ajustes. Mas, no nosso caso, de repórter de rádio, é muito desagradável ficar cinco minutos combinando com um sargento para autorizar o veículo no lugar do “flash ao vivo” e, na hora “H” ser desautorizado pelo tenente. Prá que esse desgaste? Ajuda a gente, caro professor.

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