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Por que não fazem o óbvio no Anel?

Por que não fazem o óbvio no Anel?

06/05/2013 às 02:13

Peço permissão aos leitores, especialmente os do interior, para voltar ao assunto mais repetido, chato e insolúvel da região metropolitana de Belo Horizonte. Falo do anel rodoviário da capital, um palco de horror, mistura permanente de sangue e medo, que não encontra solução por falta absoluta de verdadeiro empenho das autoridades. A pergunta que faço hoje é a mesma repetida prá mim por onde quer que eu vá: enquanto a obra não sai, enquanto a solução não chega, por que não estabelecer o imediato comboio dos veículos pesados? Isso mesmo. Por que não colocar caminhão atrás de caminhão, desde Olhos d água até a região dos Gorduras, na saída para Vitória? Por que não determinar que, até o fim de obras definitivas, caminhão só vai circular na pista da direita nos 26 quilômetros do Anel? Alguém pode me dizer que isso é inviável porque o grande número de caminhões pode provocar enorme congestionamento. Mas, não é melhor que as mortes continuarem acontecendo? Alguns que dirigem esses caminhões podem ficar decepcionados, mas, enfim, eles não concordam que é o excesso de velocidade de alguns poucos, trafegando na pista da esquerda, a 100, até 120 quilômetros por hora, que provoca as mais graves colisões, como aquelas em que os veículos pesados empurram os automóveis e os empilham, transformando-os em ferro retorcido, enquanto os bombeiros vão resgatando corpos? Sei que a maior parte da imprudência vem dos automóveis, quase sempre conduzidos por não profissionais, mas, se o estrago maior vem dos caminhões, não é hora de colocá-los em fila indiana, até que a gente seja capaz de tomar outra atitude? Meu Deus, como é difícil fazer o óbvio e poupar vidas!

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