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Nossos respeitos à Justiça Eleitoral

Nossos respeitos à Justiça Eleitoral

06/05/2013 às 02:13

Com uma solenidade, as 5 da tarde de hoje, a Justiça Eleitoral comemora 80 anos de atuação em Minas Gerais. E deve festejar mesmo, não apenas por conta de sua correção, mas, sobretudo, pela capacidade de se melhorar, ano após ano. Qualquer cidadão mais atento percebe que os avanços são incontáveis. Ou alguém discorda de que nossas eleições são realizadas dentro de um processo limpo, rápido e confiável? Alguém pode dizer: “Ah, mas fulano de tal é ficha suja e continua deputado...” Aí, não devemos culpar o juiz ou servidor porque estes são escravos da lei e, sabemos, a lei é feita beneficiar aqueles que a elaboram. Afinal, há outra explicação para essa aberração que é proibir o profissional de rádio ou TV de exercer seu trabalho três meses antes da eleição?

Seu substituto, seus colegas não podem sequer citar o nome do candidato, sob pena de pesadas punições. Mas, o pastor continua pregando e pedindo votos, o engenheiro na obra, o médico no consultório, todo mundo continua trabalhando (que é direito e dever de todos) e fazendo campanha. O próprio parlamentar não apenas continua recebendo seu salário, mas, também, conta com toda a estrutura de um gabinete, que inclui assessores, telefone, carro, correios, enfim, uma serie espantosa de vantagens sobre os adversários. O nosso TRE cuida o ano inteiro, todos os anos, para que o pleito se dê dentro da normalidade. Neste momento, por exemplo, cuida para que os partidos realizem suas convenções e formalizem as candidaturas para outubro próximo. Na solenidade de hoje, o Tribunal Regional Eleitoral vai entregar uma placa de reconhecimento a algumas pessoas e eu fui indicado para representar os profissionais de imprensa. Quando estiver lá, vivendo essa alegria, vou relembrar muita coisa que aconteceu naquela casa nos últimos 35 anos...

Desde os tempos em que a eleição só conhecia seus vencedores duas semanas depois da votação. E momentos incríveis como o homem irritado que, ao buscar notícias sobre a mulher que não voltara para casa as 9 da noite de um dia de votação, ouviu do servidor da Justiça Eleitoral que ela ainda estava “na zona”. Era zona eleitoral, mas, e para explicar? E o namorado da jornalista que foi lá, de madrugada, para conferir se ela estava mesmo no batente? Hoje, com a segurança e a agilidade do computador, mais a inteligência dos brasileiros, somos modelo para o mundo.

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