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06/05/2013 às 02:13

Inicialmente, aviso que não sou o jornalista mais qualificado para falar de política e tendências eleitorais porque, além de não fazer a cobertura diária, não tenho tempo nem interesse em frequentar bastidores, discutir tendências ou avaliar pesquisas. Em verdade, só não digo que sou avesso à política por ter a consciência que tudo depende dela e, em função da profissão, tenho de estar minimamente informado.

Mas, creia-me cara leitora, tenho uma preguiça danada para discutir a política partidária, pois, estou certo, ela não leva em conta os interesses das pessoas, mas de grupos! Ainda assim, quero adivinhar hoje o resultado das discussões que o PT fará no próximo domingo para decidir sua postura frente às eleições de outubro: o partido vai sim apoiar Márcio Lacerda, independentemente se o PSDB estará ou não na coligação de sustentação da reeleição. Por que sei disso? Porque embora muitos de seus membros tenham nos iludido, tenham nos patrulhado e até nos ameaçado quando amargavam as agruras da oposição, quando chegou ao poder o PT revelou-se absolutamente igual às demais agremiações partidárias.

No partido tem gente correta e uma maioria que quer se esbaldar, assim como no PMDB, o PSDB, o DEM, o PC do B e todas as outras siglas. No fundo, no fundo, os petistas concordam com o ex-governador Hélio Garcia, para quem “feio, em política, é perder a eleição”. Ou alguém consegue entender aquele “esforço” do bom ministro Patrus como vice na chapa de Hélio Costa? Os comunistas não são diferentes... Ou alguém conseguiu engolir Jô Morais dando um “jóia” para os eleitores na campanha peemedebista de Leonardo Quintão?

Assim, por mais que se irritem, os petistas têm de engolir a frase do tucano João Leite sobre a decisão em torno do apoio a Lacerda: “Não precisam nem votar; é só levantar os crachás de servidores da Prefeitura!”. E vai acontecer isso. O fiel da balança nesta semana é a turma que segue Patrus. Com 17 por cento dos votos, eles topam o acordo, mas sem o PSDB no palanque. Uma boa conversa, quem sabe o deputado André Quintão de vice, e pronto! Num outro cenário, a turma de Patrus conversa com os outros, rechaça Miguel Correa Júnior como vice – como quer Pimentel  - e surge a terceira via, o já aposentado Virgílio Guimarães. Enfim, no fritar dos ovos vai acontecer o que previ (e disse a ele dois anos atrás): Roberto Carvalho, o vice, vai ficar sozinho. É a política. É a vida.

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