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A Justiça precisa ouvir as ruas

A Justiça precisa ouvir as ruas

06/05/2013 às 02:13

O que há, hoje, em comum entre o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal de Justiça de Minas e o Conselho Nacional de Trânsito? Resposta fácil: os três precisam nos ajudar na preservação do respeito à Justiça e às autoridades. Precisam aplicar a lei de sorte que nós outros, leigos em Direito, sedentos de Justiça e sonhadores com dias melhores para filhos e netos, consigamos compreender. Vamos por partes: O STF, a mais alta corte, por seu ministro Joaquim Gonçalves reconheceu a extinção da punibilidade de Maluf, acusado de falsidade ideológica e de responsabilidade por fatos ocorridos em 1996, quando causou prejuízo à Prefeitura de São Paulo de 1 bilhão e 200 milhões de reais, porque, agora, 14 anos depois, Maluf completou 79 anos de idade e, velho, fica livre. No caso do CONTRAN, os idosos que elogiamos aqui outro dia por conta da lei óbvia da obrigatoriedade das cadeirinhas para crianças, não descobriram, mesmo com anos para estudar a medida, que alguns carros mais velhos não têm o cinto compatível com a cadeirinha e, agora, mandam os pais colocarem bebês no banco da frente. Ah, e quando um pai é flagrado sem cadeirinha, é multado, a criança retirada e colocada num táxi, sem cadeirinha. Finalmente, o nosso Tribunal de Justiça decidiu que Gustavo Bitencourt, o estudante que dirigia bêbado, na contramão e em alta velocidade em 1º de fevereiro de 2008 não deve ir a júri popular. É preciso saber quem vai levar a notícia para a viúva, hoje gravemente doente, aos filhos, enfim, à família de Fernando Paganelli, destruída depois que Gustavo o matou, naquela madrugada, em Plena Raja Gabáglia, quando ele ia trabalhar. Acorda, Brasil!

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