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A hora da virada

Ano novo, papo já antigo. Que você seja muito feliz, que tenha saúde e dinheiro no bolso... Como todos nós adoramos dar conselhos, falo de algumas...

04/01/2016 às 04:01

Ano novo, papo já antigo. Que você seja muito feliz, que tenha saúde e dinheiro no bolso... Como todos nós adoramos dar conselhos, falo de algumas coisas que considero importantes e que podem lhe ser úteis. A primeira delas é de que se você ainda fuma deve fazer todo o esforço para mudar de lado. E quem dá a dica fumou durante 30 anos, dos quais 18 tentando parar, portanto, sei o quanto é difícil, mas, insisto, faz um bem danado; aliás, parei há 16 anos e suspeito que essa é uma das razões de ainda estar escrevendo. Outra coisa importante é fazer exercícios... Ah, Eduardo, mas, todo mundo fala isso... Estou convicto, não fossem as duas seções de pilates e caminhadas de 40 a 60 minutos três vezes por semana, não teria fôlego para aguentar uma jornada média de 10 horas de trabalho por dia...

No entanto, não há ajuda mais valiosa que a de dividir com você informações do consultor econômico Carlos Eduardo, pois, se sua família fechou o ano de 2015 no vermelho dificilmente conseguirá romper o Ano Novo sem mudanças. Então, apanhe um papel ou computador e comece a anotar todas as receitas e despesas – das mais altas a pequenos mimos e, de preferência, ao lado da mulher ou do marido e na presença dos filhos porque com pareceria fica mais fácil e educar os pequenos é indispensável. De posse do orçamento familiar, é hora de controlar as despesas e refletir sobre as mudanças de consumo necessárias. A partir daí, pesquisar os preços, só comprar o necessário e, de preferência, na promoção, além de fazer uma provisão – o futuro pertence a Deus – e responder a três perguntas antes de ir às compras: Preciso? Tenho Dinheiro? Tem de ser agora?

A gente não deve viver em função do dinheiro nem deixar de viver o hoje que, de tão importante, chamamos de “presente”, mas, negligenciar as finanças é contribuir para uma velhice sem amparo e, antes, problemas de toda ordem rondando a família. Sabia que há relação direta entre sexo e falta de dinheiro? Pesquisa recente da Universidade de São Paulo informa que mais de 80 por cento dos homens diminuem seu desejo se estão sem dinheiro ou ameaçados com a demissão. Existem estudos em toda a Europa, alguns mais completos na Espanha, mas, não é preciso ir longe, basta procurar o sexólogo Gerson Lopes, em lugares onde se aprecia bom vinho na capital dos mineiros. Ele fez sondagem, de caráter nacional, 25 anos atrás, para provar que a rápida passagem de Fernando Collor pela Presidência da República – com tanta frustração – havia levado milhões de homens à impotência. Hoje, assegura, a crise é pior porque é política, econômica, de falta de autoridade e de esperança. E diz mais: de cada sete pacientes que precisam de ajuda e pedem consulta, três desmarcam antes, por falta de dinheiro. É mole? 

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