Edilene Lopes

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Servidores de saúde e educação protestam contra proposta de recomposição apresentada pelo governo

“Zema está oferecendo migalhas para calar servidores”, afirmam sindicatos

03/03/2022 às 09:13

Além dos servidores da segurança, outras categorias também ficaram insatisfeitas com a proposta de 10% de recomposição salarial apresentada pelo Governo de Minas. Sindicatos da Saúde e Educação alegam que servidores estão sem reajuste há mais de 10 anos e que o governo está oferecendo “migalhas para calar os servidores”. Funcionários públicos da saúde e educação prepararam um protesto para a próxima terça-feira (8), às 15h, na porta da Assembleia, que recebeu o Projeto de Lei de recomposição enviado pelo governo. Os manifestantes estão preparando saída de ônibus da porta do Hospital de Pronto Socorro João XXIII. 


Já os servidores da segurança, marcaram manifestação para a próxima quarta-feira (9) e prometem levar mais de 50 mil servidores as ruas, caso o governo não flexibilize. Eles exigem o cumprimento do acordo feito em 2019, de 37% de reajuste. A primeira parcela, de 13%, foi paga em 2020. Outras duas parcelas de 12% cada, que seriam pagas em 2021 e 2022, foram vetadas. 

Integrantes da cúpula do governo afirmam que, por força legal, não é possível ceder em termos percentuais, já que a Lei de Responsabilidade Fiscal permite apenas a recomposição de inflação, que no último ano foi 10%.

 

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