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Rodrigo Pacheco é único chefe de poder nacional representando o Brasil na COP26

O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD), é o único chefe de poder, em âmbito nacional, a representar o Brasil aqui na COP 26, na Escócia. Na ausência do presidente Jair Bolsonaro e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), Pacheco é a principal liderança nacional em Glasgow e por isso está atraindo a atenção e assumindo a interlocução com diversos líderes mundiais. Hoje, ao longo do dia, ele se reúne com representantes da Inglaterra, da China e da ONU, para apresentar projetos do Congresso Nacional relacionados a mudanças climáticas, preservação do meio ambiente e contenção do aquecimento global, dentre eles estão as propostas do marco legal indígena e o projeto que adequa o Brasil as metas do acordo de Paris. 

Liderança internacional

Ao longo da semana, Pacheco se reúne com Marcos Troyjo, presidente do Novo Banco de Desenvolvimento do Brics – grupo formado pela África do Sul, Brasil, China, Índia e Rússia e com Jonh Kerry, enviado especial dos Estados Unidos para a COP (que o presidente Jair Bolsonaro em uma ato falho, em entrevista na Itália, confundiu o nome com o do ator e comediante Jim Carrey – o que foi tratado com bom humor até pelo próprio presidente, mas que acabou virando notícia internacional).

Abertura ao diálogo

Interlocutores de Pacheco afirmam que ele veio a COP aberto ao diálogo que não vai negar que o Brasil tenha problemas graves como o desmatamento ilegal e que vai apresentar propostas e dizer aos outros líderes mundiais que o Congresso está disposto a construir soluções coletivas que diminuam a polução, o aquecimento global e que aumentem as atividades sustentáveis, alavanquem a economia e o desenvolvimento e que gerem empregos.
Comitiva do senado

Os senadores Kátia Abreu (PP-GO), senador Irajá Abreu (PSD-GO), filho dela, senador Jean Paul Prates (PT–RN), Fabiano Contarato (REDE-ES), Eliziane Gama (Cidadania MA), Alexandre Giordano (MDB) e Jacques Wagner (PT-BA). Wagner, inclusive, deve apresentar um relatório que fala sobre o aumento do desmatamento no Brasil nos últimos anos.

Em resumo, os parlamentares vieram não apenas apresentar projetos e propostas do Congresso e atrair investimentos, como também podem admitir as dificuldades e problemas do país e devem ser colocar à disposição para corrigi-los, o que deixa Rodrigo Pacheco em uma posição de destaque como liderança nacional disposta a dialogar a construir.