Edilene Lopes

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Possível indicação de Anastasia ao TCU mexe peças para candidatura ao Senado em MG

01/06/2021 às 05:01

Ano que vem é o último do mandato de Antonio Anastasia (PSD), que completará oito anos no Senado. Figura forte e respeitada no Congresso Nacional, ele não comenta o assunto, mas a conversa de bastidores, que sempre reaparece na pauta, é que o parlamentar pode ir para o Tribunal de Contas da União (TCU).

Por enquanto, não há vaga. A próxima cadeira a ser desocupada seria a do conselheiro Raimundo Carreiro, de 73 anos, que se aposentará apenas em 2023. No entanto, alguns acreditam que um convite do presidente Jair Bolsonaro para que Carreiro ocupe uma embaixada poderia abrir espaço antes no TCU.

A vaga é de indicação do Senado. Anastasia tem um grupo de apoio forte e pode ser indicado. Se isso ocorrer, a vaga do ex-governador mineiro no Senado seria ocupada pelo suplente, Alexandre Silveira (PSD), que poderá ou não se candidatar à reeleição no ano que vem.

Embora não haja nada certo, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Agostinho Patrus (PV), é figura cotada para diversos espaços, inclusive para o Senado.

Procurado, Anastasia não comentou o assunto. Pessoas mais próximas ao parlamentar afirmam que “ninguém o deixa em paz no Senado”, e que há sempre alguma especulação sobre se ele poderia ocupar outra vaga.

Presidente do TJ para o STF?

Outro mineiro que tem tido o nome falado em Brasília é o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Gilson Lemes, que poderia ser indicado para o Supremo Tribunal Federal. O tamanho da chance dele ninguém sabe, mas que a articulação tem ocorrido é um fato.

Em maio, Gilson esteve em Brasília com o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), e o secretário de Governo da prefeitura, Adalclever Lopes, onde se reuniram com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (Democratas). Um dos assuntos seria um pedido para que Pacheco articulasse por um representante mineiro no STF.

Para cima do Congresso

Enquanto isso, o presidente da Associação Mineira de Municípios, Julvan Lacerda (MDB), prefeito de Moema e já citado pelo presidente do MDB em Minas como possível candidato do partido ao governo estadual, foi reempossado vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e endureceu o discurso.

Ele disse que é preciso ir para cima do Congresso Nacional, porque a maioria dos problemas que aflige o gestor público municipal nasce lá, quando eles leis distorcidas para atender interesses fazem os municípios pagarem o preço.

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