Ouça a rádio

Compartilhe

O fim de ano dos presidenciáveis

Alguns dos presidenciáveis estão aproveitando como podem os últimos dias do ano para avançarem em suas pré-candidaturas. O ex-juiz Sérgio Moro, pré-candidato à presidência da República pelo Podemos, faz um giro pelo Brasil lançando sua autobiografia. O cientista político Felipe D’ávila, pré-candidato do Partido Novo, também está rodando o país e visita Minas Gerais nesta semana. Ambos demonstram a possibilidade de alianças com outros partidos. O ex-presidente Lula só retomará a agenda de viagens em fevereiro, quando irá a Minas Gerais. Bolsonaro esteve em Minas Gerais pelo menos quatro vezes, em pouco mais de um mês, no início do semestre. 
 
Rodrigo Pacheco (PSD) segue sua agenda como presidente do Senado e faz de tudo para mostrar que não pretende atrapalhar projetos de Bolsonaro na casa por motivos eleitorais.  Pacheco fez uma força tarefa e deixou de ir para a Expodubai, o que faria do dia 2 ao dia 10 deste mês, para conduzir votações de projetos como PEC dos Precatórios e a MP do Auxilio Brasil e para aprovar mais de 30 indicações de Bolsonaro, dentre elas a de André Mendonça para o STF. Nesse intervalo, sem fazer pré-campanha, Pacheco abre espaço para o avanço de Sérgio Moro, que não tem perdido um minuto sequer. Além de construir sua imagem com suas ações e posicionamentos como presidente do Congresso, correligionários afirmam que no ano que vem, Pacheco vai recuperar o tempo em que não fez “pré-campanha tradicional” como os outros candidatos em 2021. 

Instagram: @reporteredilenelopes
Twitter: @reporteredilene