Edilene Lopes

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Migração de PP para a base de Zema estreme relações do partido com Kalil

12/02/2021 às 05:00

O superbloco da Assembleia Legislava de Minas Gerais (ALMG), com 39 deputados, já tem um líder. Será Cássio Soares (PSD), que liderava um dos dois blocos independentes que se fundiram. O blocão se chamará “Minas são muitas”. Sávio Souza Cruz (MDB), que liderava o outro bloco independente, está na lista dos parlamentares que devem apresentar os nomes para indicação da Casa ao Tribunal de Contas Estado (TCE).

Concorrem, por enquanto, Alencar da Silveira Junior (PDT) e Duarte Bechir (PSD). A vaga será aberta no dia 30 de novembro, quando o conselheiro, Sebastião Helvécio, faz 75 anos, idade da aposentadoria, conforme adiantamos na coluna Em Cima do Fato da última terça-feira (9) e que você pode ler na integra no nosso site.

Leia: TCE-MG terá vaga em novembro; veja quais deputados devem concorrer à indicação

Liderança da base 

O bloco da base de governo foi o último a ser oficializado e foi ampliado, subindo de 17 para 21 membros, contando agora com o PP e o Podemos. Por enquanto, permanece com os mesmos líderes. O deputado Gustavo Valadares (PSDB) liderando o bloco e Raul Belém (PSC) como líder de governo. Aliás, o PSC, que tem três parlamentares, foi o último a assinar para a formação do bloco. Nos bastidores, a conversa é de que o deputado Zé Guilherme (PP), pai do deputado federal Marcelo Aro, pode assumir uma das lideranças. 

Zema x Kalil

O que circulou nos bastidores foi que pai e filho aceitaram compor a base e negociaram, para isso, a liderança, Zé Guilherme nega. Inclusive, o fato de migrar para a base de Zema provocou desentendimentos, já que o PP também está na base de Kalil. E, na Prefeitura, de acordo com o que circula nos bastidores, o fato de compor as bases de dois grupos políticos opostos gerou mal-estar. 

Negacionistas “na contra mão do amor”

O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, afirmou que o ritmo de vacinação no Brasil não é o ideal e isso se deve a erros de estratégia na condução do combate à pandemia, que deixaram o Brasil nessa situação. Ainda de acordo com ele, posturas negacionistas como contestação da importância da vacina e o não uso de máscaras vão na contramão do amor.

Vacina

Funcionários da Prefeitura de Belo Horizonte que atuam em serviços de vacinação contra a covid-19 e que aplicam vacinas em pessoas que estão em residências inclusivas e aplicaram em idosos em asilos e nos Centros de Referência em Saúde Mental (CERSAMs) estão sendo transportados pelo aplicativo 99 que, em uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, doou 20 mil corridas. No início da pandemia, o aplicativo fez parceria com o Governo de Minas para entrega de medicamentos da Farmácia de Minas à pacientes de grupo de maior risco para evitar aglomeração.

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