Edilene Lopes

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Política

Investigação no STF 17 x 120 impeachment contra Bolsonaro

16/08/2021 às 09:28

No sábado (14), diversos parlamentares se posicionaram, chamaram Bolsonaro de golpista, ditador e outros defenderam – mas os ministros citados Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e o Supremo Tribunal Federal estão ignorando solenemente o presidente da república e ainda não se pronunciaram. A reposta virá e acredito que será em forma de ação. E como a relação entre os poderes está perto do limite, ainda não sabemos se é algo pra apaziguar ou algo que pode piorar ainda mais a situação.

Moderador

O presidente do senado só deve se posicionar depois que receber o pedido. Mas, a princípio, pela informação de bastidores que nós apuramos, Rodrigo Pacheco (DEM) não tomará nenhuma decisão imediata e vai colocar esse pedido de investigação na fila atrás de outros 17 pedidos parecidos. Embora haja pressão para que ele acate, deputados Bolsonaristas estão pedindo ao eleitorado para pressionar. Circulou até vídeo do cantor Sérgio Reis chamando caminhoneiros para a mobilização, mas Pacheco vai assumir a posição de moderador.

Coragem

É corajoso da parte do Bolsonaro entrar nessa briga contra a justiça, quase nenhum político entra. Só que o Brasil precisa de paz e estabilidade e não de viver com medo de uma guerra civil, de uma intervenção militar. Ou com os assuntos importantes parados enquanto as autoridades estão em uma briga quase que pessoal. 

Guerra

Imagina se a base de Bolsonaro começa a ir para as ruas pedindo para desencalhar os 17 pedidos de investigação contra o Supremo no senado e os que são contra o presidente vão para as ruas pedir Lira para desengavetar os mais 120 pedidos de impeachment contra Bolsonaro, porque é esse o número. É um recorde.

Melhor pro Brasil

Vamos parar para pensar o que é melhor para o Brasil nesse momento. É levar tudo a ferro e fogo ou é trabalhar pelo bem-estar dos brasileiros, dentre eles os mais de 100 milhões que não tem comida suficiente pra alimentar a família?

De onde vem o dinheiro para as férias prêmio dos aposentados?

Conforme nós adiantamos, o governo de Minas deve começar a pagar em setembro. Era aguardada uma queda de arrecadação de ICMS, por causa da pandemia, mas no montante não houve queda. Aliado a isso, teve programa de refinanciamento de dívida, recurso do acordo com Vale, de outras antecipações judiciais, atração de empresas para o estado. Agora, deputados da oposição estão cobrando de Zema, que falou que estava em crise e depois anunciou fim do parcelamento de salários dos servidores, férias prêmio e vai negociar dívida da saúde com os municípios. Segundo os opositores, o governo estava guardando recursos para liberar mais perto da eleição. O parlamento serve é para isso. O governador faz, e tem feito, o governador explica.

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