Edilene Lopes

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Fora do Novo, vice-governador provavelmente não disputará a reeleição na chapa de Zema

Ex-governador Fernando Pimentel deve concorrer à vaga de deputado federal em 2022

31/05/2021 às 04:30

O vice-governador de Minas, Paulo Brant (sem partido), provavelmente não disputará a reeleição na chapa de Romeu Zema. Em março do ano passado, ele pediu desfiliação do Partido Novo, justamente por ter divergências conceituais em relação à legenda. Uma delas é o fato de Brant ser favorável à manutenção de um diálogo mais próximo com a Assembleia, que desse “mais valor” ao Legislativo, nas palavras de um dos interlocutores dele, já que os deputados representam as diferentes regiões do estado.

Apesar das discordâncias, os mais próximos afirmam também que ele permanece leal ao governo e ao governador Romeu Zema e tudo que ele praticar na gestão é dentro dos critérios da honra e da lealdade.

Propostas de outros partidos

Sem partido, Brant tem recebido propostas de várias legendas e tem seguido a linha de que não será “candidato de si próprio” e que candidato precisa representar um grupo. Neste contexto, está avaliando propostas e, segundo um interlocutor, “quando houver identidade”, vai decidir – com o grupo escolhido - como disputará a próxima eleição.

O Partido Novo é praticamente uma possibilidade descartada, já que o estatuto restringe a realização de coligações. Embora elas sejam possíveis, com autorização do diretório nacional, até hoje, nenhuma foi realizada.

Meio ambiente, cultura, ciência

Interlocutores do vice-governador afirmam que é preciso esperar as coisas amadurecerem, já que a eleição nacional passa por Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do Brasil, e Brant participará do processo em 2022 em um grupo que presa pela cultura, o meio ambiente, a ciência e tecnologia e o desenvolvimento econômico.

Pimentel pra deputado federal?

O ex-governador petista Fernando Pimentel, assim como o ex-governador e senador tucano Aécio Neves, depois de ter ocupado postos altos no Executivo, deve tentar uma vaga de deputado federal na eleição do ano que vem.

Essa tem sido uma estratégia de políticos muito conhecidos, mas sem mandato, para tentar voltar à vida pública com menos dificuldade, já que contam com alguma base eleitoral que somaria votos suficientes para ocupar uma cadeira no Legislativo federal. 

Dos bastidores pro front

Na chapa de deputados federais, o PT deve trazer ainda nomes da cúpula administrativa do partido, como é o caso da tesoureira nacional da sigla, Gleide Andrade, que coordenou a Campanha pela Reforma Política promovida pelo partido e ocupou cargos nas gestões de Patrus Ananias e Fernando Pimentel.

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