Edilene Lopes

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Assembleia terá CPI da Cemig

Bolsonaro se reúne com cúpula do PSL

16/06/2021 às 05:00

A relação da Assembleia Legislativa com o Governo de Minas só tenciona. Acaba de ser lida, em plenário, a instalação da CPI da Cemig, com assinatura de 32 deputados. O próximo passo é os líderes indicarem os membros. 

Dentre os diversos objetivos, a CPI quer investigar o processo de diminuição da companhia, com a venda de participação em outras empresas, como a Ligth, sem autorização da constituição estadual, contratações sem licitações e possíveis transferências de atividades da empresa para São Paulo. O pedido de CPI foi iniciado pelo deputado professor Cleiton (PSB). 

A CPI pode dificultar o cumprimento de um dos objetivos de Romeu Zema (Novo), que é a desestatização da Cemig.

Além da abertura da CPI, a Assembleia também vai querer ouvir, na comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO), o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, por causa do indiciamento dele na CPI da Previdência do Rio, apontado por tomar um empréstimo que gerou um prejuízo bilionário. Segundo ele, o empréstimo foi discutido pela Assembleia de lá, estava autorizado, e era para pagar aposentados que estavam há três meses sem receber. 

Enquanto espera a aprovação do projeto que vai liberar R$ 11 bilhões do acordo com a Vale para obras em Minas - o prazo para deputados apresentarem alterações termina na sexta-feira (18) - o governo enviou outro projeto para a Casa, que prevê a prorrogação do estado de calamidade, por causa da pandemia, de 30 de novembro até o fim de dezembro. A justificativa é a necessidade de medidas excepcionais, como compras de emergência na área da Saúde, para combater a crise sanitária provocada pela covid-19.

Bolsonaro se reúne com cúpula de PSL

Em Brasília, segundo interlocutores, o presidente da República, Jair Bolsonaro, se reúne, depois das 17h, com a cúpula do PSL, partido do qual ele saiu depois de um racha com o então presidente da sigla, Luciano Bivar. 

O presidente saiu para criar o Aliança, que não deve se viabilizar para a eleição de 2022. Com o partido não ficando pronto, não estando apto, uma das possibilidades é que Bolsonaro vá para o Patriota. No entanto, alguns afirmam que até uma reaproximação do presidente com o PSL é possível. O assunto deve ser tratado na reunião.

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