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Além de recuperar florestas, Brasil tem a missão de desfazer 'filme queimado' na COP26

Além de recuperar florestas, Brasil tem a missão de desfazer 'filme queimado' na COP26

O presidente Jair Bolsonaro ainda não confirmou presença na COP-26, realizada entre 31 de outubro e 12 de novembro na Escócia.  No entanto, o Brasil levará para Glasgow a segunda maior delegação. A participação de ministros, como Joaquim Leite, do Meio Ambiente está confirmada. A ideia da comitiva brasileira é apresentar um bom plano de investimento sustentável e fazer um compromisso de alcançar a emissão líquida zero de gases do efeito estufa até 2050. Um dos pontos delicados para o Brasil é que o país não cumpriu a meta prometida de contenção  do desmatamento e chega à COP26 mal visto pela comunidade internacional. 

Quem conseguir convencer o restante do mundo de que a situação não é tão ruim quanto parece será um interlocutor importante entre o Brasil e a comunidade internacional. O presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (DEM) deve apresentar uma agenda robusta, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) vai apresentar as ações de Minas e o governo federal precisa encontrar um lugar ao sol nessa disputa porque, por enquanto, não apenas parte importante das nossas florestas, mas o filme do Brasil também queimado em relação a questão ambiental. Com a gestão do ex-ministro do meio Ricardo Salles, o país passou a ser alvo de atenção e muitas críticas da comunidade internacional.

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