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Venezuela ameaça romper diálogo com países da União Européia que apoiam Juan Guaidó

Por ANSA, 04/02/2019 às 17:10
atualizado em: 04/02/2019 às 17:23

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O governo do líder chavista Nicolás Maduro ameaçou nesta segunda-feira romper as relações bilaterais com todos os Estados-membros da União Europeia (UE) que reconhecem seu opositor, Juan Guaidó, como presidente interino da Venezuela. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores do país sul-americano, um levantamento do quadro diplomático bilateral será realizado imediatamente até que os países europeus divulguem uma "retificação que descarte o apoio aos planos golpistas" de Guaidó.

Além disso, o governo ressaltou "sua rejeição mais enérgica da decisão adotada por alguns governos europeus, na qual eles se submetem oficialmente à estratégia dos Estados Unidos para derrubar o governo legítimo" do líder chavista.

No comunicado divulgado no Twitter pelo chanceler Jorge Arreaza, Maduro ainda pede que os líderes europeus retornem a seguir "a trilha da moderação e do equilíbrio, para que se tornem capazes de contribuir construtivamente para uma via política, pacífica e dialogada que permita abordar as diferenças entre as forças políticas" de seu país.

Após o ultimo dado ao regime de Maduro, ao menos 13 dos 28 países da UE reconheceram Guaidó como presidente interino da Venezuela. A lista inclui nações como a Alemanha, Áustria, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Lituânia, Luxemburgo, Portugal, Reino Unido, República Tcheca e Suécia.

A Itália, por sua vez, teria sido o único país a vetar a resolução conjunta a favor do presidente da Assembleia Nacional venezuelana. Guaidó, na qualidade de mandatário da Assembleia Nacional, reivindicou a Presidência da Venezuela no último dia 23 de janeiro, alegando que o segundo mandato de Maduro, iniciado uma semana antes, é ilegítimo e que o cargo estava vago.

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