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Salve vidas! Doe sangue! Saiba quais as regras e condições

Por Jacqueline Moura/Itatiaia, 25/01/2019 às 11:21
atualizado em: 25/01/2019 às 11:27

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Foto: Agência EBC
Agência EBC

Neste período de férias, o banco de sangue sempre fica em situação crítica, principalmente no que se refere ao tipo negativo. E a Fundação Hemominas sempre reforça o apelo para aumentar o número de doadores.

Fernando Basques, diretor técnico-científico da fundação, explica que a situação do banco de sangue em Belo Horizonte fica abaixo do normal porque as pessoas viajam e porque a demanda por sangue aumenta. “Os motivos são a ausência do doador do local de moradia e a necessidade aumentada nesta época do ano, por isso o balanço negativo, principalmente nos grupos RH negativo e os tipos O, tanto positivo quanto negativo”.

Quem quiser doar sangue deve ficar atento às regras. Os doadores devem ter de 16 a 69 anos, pesar acima de 50 quilos e não ter tido hepatite após os 11 anos de idade. Pessoas com doenças graves não podem doar sangue. Quem fez tatuagem pode doar após um ano. 

“A tatuagem, o pircing e a maquiagem definitiva merecem a mesma atenção. Se não há garantia de que aquilo foi feito nas melhores condições possíveis de modo a preservar a saúde, o doador deve esperar 12 meses para voltar a doar sangue”, alerta o diretor. 

O processo para doar sangue é bem rigoroso e isso é para garantir a qualidade do sangue que vai ser usado para salvar a vida de outra pessoa. É de extrema importância que o doador não minta durante a triagem. 

“A sociedade brasileira precisa entender o verdadeiro objetivo da doação de sangue, que é salvar vidas. A pessoa que deve receber o sangue já está debilitada; quem está doando quer fazer o bem. A pessoa que não entende do porque que ela não pode doar, ela pode fazer o mal”, detalha o especialista.

Em relação às drogas, segundo portaria do Ministério da Saúde, o uso de maconha impede a doação por 12 horas. 

Se um paciente na UTI recebe sangue com cocaína, por exemplo, pode morrer. Cheirar cocaína, usar anabolizantes ou crack excluem o doador por um ano. Se fizer o uso de drogas injetáveis, a doação de sangue é descartada.

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