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Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira, motoristas e cobradores de ônibus decidiram, por unanimidade, que irão cruzar os braços por tempo indeterminado a partir da 0h de segunda-feira (24).

Motoristas e trocadores

Por Editoria de Web , 20/02/2014 às 20:47
atualizado em: 07/08/2016 às 10:29

Texto:

Em assembleia realizada na tarde desta quinta-feira, motoristas e cobradores de ônibus que atendem a Região Metropolitana de Belo Horizonte decidiram, por unanimidade, que irão cruzar os braços por tempo indeterminado a partir da 0h de segunda-feira (24). Numa primeira reunião, durante a manhã, os trabalhadores já haviam dado indícios de que ocorreria a greve.

De acordo com o Sindicato dos Rodoviários de Belo Horizonte e Região Metropolitana (STTRBH), os ônibus sequer devem circular em escala mínima de 30% exigida por lei, mas isso só será definido durante a paralisação.

Conforme o presidente do sindicato, Ronaldo Batista, as principais reivindicações da categoria é o aumento salarial de 21,5%, jornada de trabalho de 6 horas diárias, participação nos lucros, 30 folhas de vale alimentação no valor de R$ 15, fim de "cobranças indevidas no contra-cheque" e separação de banheiros masculinos e femininos. 

De acordo com a entidade, após cinco rodadas de negociações com as empresas de transporte, não houve qualquer proposta de reajuste nos vencimentos ou de outras exigências feitas pelos trabalhadores.

"Se eles (proprietários das empresas de transporte) querem ônibus rodando e funcionários dando o suor pela empresa, devem no mínimo pagar um salário justo", afirmou o presidente do STTRBH, Ronaldo Batista, no site da entidade.

A assessoria de comunicação do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (SetraBH) não foi encontrada para se posicionar a respeito da greve. Procurado, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram) afirmou que não irá se pronunciar nesta quinta-feira sobre a paralisação.

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