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‘Prefiro acreditar que é azar’, diz Léo Silva sobre atuação do VAR em jogos do Atlético

Por Redação , 07/10/2019 às 17:42
atualizado em: 07/10/2019 às 17:55

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Foto: Bruno Cantini / Atlético
Bruno Cantini / Atlético

O Atlético vem se sentindo prejudicado pelas marcações do VAR nas partidas do clube no Campeonato Brasileiro. O questionamento mais recente é do último domingo (6), no empate em 1 a 1 com o Palmeiras, no Allianz Parque, novamente envolvendo Igor Rabello, que reclama ter sido empurrado por Felipe Melo em uma disputa de bola dentro da área do time paulista. Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, o zagueiro Leonardo Silva disse que prefere acreditar em azar do Galo com o árbitro de vídeo.

“Quero acreditar que sim (que seja azar), não quero acreditar em outra coisa, como omissão. Mas todos esses lances em cima do Igor, muitos lances em cima dele. Ele tem sofrido várias penalidades e não tem sido marcado. Infelizmente, a gente não tem tido sorte com o VAR”, lamentou.

A primeira reclamação do Atlético contra as atuações do VAR foi na derrota por 2 a 1 para o Botafogo, no Engenhão, no dia 8 de setembro, pela 18ª rodada do Brasileirão. No fim do primeiro tempo, após cobrança de falta, o árbitro de vídeo viu um toque no braço de Igor Rabello, que estava na barreira montada dentro da área atleticana. Assim, o pênalti foi marcado e os mandantes abriram o placar.

Na vitória sobre o Ceará, no domingo passado (29), no Independência, pela 21ª rodada, Igor Rabello deu carrinho na área e o atacante adversário caiu depois de errar o chute e, na sequência, ser atingido pelo zagueiro atleticano. 

O árbitro Paulo Roberto Alves Júnior marcou pênalti para os cearenses. Além disso, o Atlético questionou o fato de o VAR não ter chamado a atenção do juiz para rever a jogada no monitor. Na saída de campo, Igor Rabello reclamou da arbitragem garantindo que não tocou no atacante.

“Ficou claro que dei o carrinho em direção ao nosso gol, não em direção ao atleta deles. Ele já estava na posição do chute. Se ele chuta certo, bateria a bola em mim e nada aconteceria. Ele errou o chute, bateu com a perna direita e me acertou com a perna esquerda”, disse o defensor na época.

Em relação ao jogo contra o Ceará, o Atlético não ficou apenas na reclamação na imprensa. O clube solicitou à CBF o áudio da conversa do árbitro com o VAR na jogada e a entidade máxima do futebol brasileiro autorizou o acesso na última sexta-feira (4). Ainda não há posicionamento do clube alvinegro sobre o assunto.

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