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Polícia Civil apura participação de terceira pessoa no atentado a escola em Suzano

Por Agência Brasil, 14/03/2019 às 18:32
atualizado em: 15/03/2019 às 07:07

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Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rovena Rosa/Agência Brasil

A Polícia Civil investiga a participação de uma terceira pessoa, de 17 anos, na organização do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo. Este suspeito era colega de classe do atirador Guilherme Taucci Monteiro, também de 17 anos, e teria ajudado no planejamento do crime. Segundo a polícia, ele estava em Suzano no momento do ataque, mas não foi à escola.

O jovem já foi ouvido pela polícia, que pediu à Vara da Infância e da Juventude a apreensão do adolescente e espera autorização.

Há um vídeo em que uma terceira pessoa aparece junto com os dois assassinos dias após eles terem alugado o carro usado no atentado. O aluguel do carro foi pago com cartão de crédito.

Pessoas que conviviam com os atiradores disseram à polícia que já tinham ouvido deles referência ao caso de Columbine, nos Estados Unidos, que deixou 13 mortos e 24 feridos em 1999. “Quem ouviu eles falando sobre isso ou não levou a sério ou ficou com medo”, disse o delegado-geral de Polícia Ruy Ferraz Pontes.

O delegado disse também que, até o momento, é uma “presunção” que um dos assassinos tenha atirado no outro e depois se suicidado. A conclusão sobre a morte dos assassinos depende ainda de informações que serão trazidas pela perícia.

De acordo com Pontes, a polícia diz que não há elementos suficientes até o momento que indiquem que o uso da deep web tenha sido determinante para o atentado.

O delegado-geral informou que não está claro ainda se a morte de Jorge Antonio de Moraes, tio de Guilherme, foi motivada por vingança, já que ele chegou a contratar o sobrinho para trabalhar em sua empresa, mas teve que demiti-lo por causa de pequenos furtos.

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