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Plano de recuperação fiscal não será aprovado por deputados mineiros, diz Agostinho Patrus

Por Redação , 11/04/2019 às 09:52
atualizado em: 11/04/2019 às 12:07

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Foto: Luiz Santana/ALMG
Luiz Santana/ALMG

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Agostinho Patrus (PV), afirmou nessa quarta-feira (10) que dificilmente a adesão ao acordo de recuperação fiscal do governo federal será aprovado pelos deputados. A declaração foi feita depois de encontro, no Rio de Janeiro, com o governador Wilson Witzel, estado que conseguiu aprovar a medida.

Ouça a reportagem completa com Edilene Lopes

Segundo Agostinho Patrus, pelos relatos de Witzel, depois de aprovado, o acordo foi parcialmente desfeito no Rio de Janeiro. "Eles ainda têm uma pendência, porque diferente de outros estados que tentaram fazer o mesmo regime e por isso tenho dito sempre da dificuldade de aprovação desse regime (...) e Minas Gerais não é um regime isolado (...), o Rio de Janeiro depois desfez parte do plano, ou seja, o empréstimo que foi feito com garantias do governo federal, que exigia a privatização da CEDAE, teve a sua garantia revertida, ou seja, a CEDAE (...) não mais garante o empréstimo de R$ 2,9 bilhões que foi contraído pelo estado do Rio de Janeiro que tem como avalista o governo federal", explicou.

Ainda segundo o deputado mineiro, para Minas, não faria nenhum sentido aderir ao acordo que exige privatização de estatais lucrativas, como a CEMIG, para em troca suspender o pagamento da dívida com a união, que Minas Gerais já não paga porque ganhou liminar judicial. 

A reportagem da Itatiaia recuperou parte da entrevista de Wilson Witzel depois do encontro com o parlamentar mineiro, quando ele falou sobre a situação de Minas Gerais. "A lei de recuperação fiscal, ela não resolve problema dos estados, ela adia a solução do problema. Aqui no Rio de Janeiro não está sendo diferente. Esta sendo, neste momento, uma solução que não se paga o juro da dívida, que é muito alto, e algo que precisa ser questionado também é uma relação entre estado e união onde se paga juros, nós precisamos repensar e repactuar essa questão.

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