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Três pessoas foram presas nesta terça-feira suspeitas de integrarem um grupo criminoso de contrabando de cigarros de origem paraguaia.

Operação Macaia

Por Editoria de web, 07/08/2016 às 00:33

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Três pessoas foram presas nesta terça-feira suspeitas de integrarem um grupo criminoso de contrabando de cigarros de origem paraguaia. As prisões foram realizadas pela Polícia Federal (PF) nas bases operacionais do bando, em Belo Horizonte e em Catanduva, no interior de São Paulo, durante a Operação Macaia.

Um dos detidos é o chefe da quadrilha. A suspeita dos investigadores é que ele seja o maior comerciante de cigarros contrabandeados em Minas Gerais. A distribuição do produto atingia também os estados do Rio de Janeiro e de Sergipe.

A PF ainda cumpriu oito mandados de condução coercitiva, cinco de busca e apreensão, sequestro de imóveis, apreensão de veículos de luxo e bloqueio de contas bancárias.

Segundo a polícia, para lavar o dinheiro ganhado no contrabando o grupo usava um escritório no Centro de Belo Horizonte e contas bancárias de empresas de fachada.

Os presos podem cumprir até 23 anos de prisão por formação de quadrilha, contrabando e lavagem de dinheiro.

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