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No Dia Mundial da Esclerose Múltipla, saiba o que é e como lidar com a doença

Por Jacqueline Moura/Itatiaia, 29/05/2019 às 12:16
atualizado em: 29/05/2019 às 12:22

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Em todo o mundo é lembrado nesta quarta-feira o Dia da Esclerose Múltipla. A data tem como objetivo conscientizar a população sobre a doença. Estima-se que, de cada 100 mil habitantes, 33 sofram com a enfermidade no planeta. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 40 mil pessoas convivem com a esclerose múltipla.

Trata-se de uma doença inflamatória, degenerativa e silenciosa que afeta o sistema nervoso central, cérebro e medula espinhal. A doença causa danos na fala, equilíbrio, visão e coordenação. Outra característica é sua autoimunidade, ou seja, o sistema imunológico ataca o próprio corpo, neste caso, os neurônios. A doença pode acometer pessoas de todas as idades e sexos, mas, na maioria das vezes, os primeiros sintomas se manifestam em mulheres e em indivíduos de 18 a 45 anos.

“O diagnóstico é feito por exclusão de outras patologias. É comum no início da doença a pessoa apresentar visão turva, alterações de sensibilidade, falta de coordenação motora e alterações no equilíbrio. Essas são as principais manifestações no início da doença”, explica o fisioterapeuta Rodrigo Moura. 

A esclerose múltipla não tem cura, mas existem meios de diminuir a progressão da doença. Para enfrentar o problema, o ideal é buscar ter hábitos de vida mais saudáveis, auxílio médico e amparo emocional. “O tratamento é multidisciplinar, o importante é ter o diagnóstico no início da doença. A doença detectada nos momentos iniciais é possível minimizar seus impactos com tratamento feito por especialistas como  fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicólogo e outros. Algumas alterações funcionais como dificuldades motoras, falta de equilíbrio podem ser reduzidas se diagnosticadas no início”, diz o especialista. 

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