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No dia da redução da mortalidade materna, a importância de diminuição de índice e prevenção 

Por Jacqueline Moura/ Itatiaia, 28/05/2019 às 12:00
atualizado em: 28/05/2019 às 19:52

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Foto: Agência EBC
Agência EBC

É lembrado nesta terça-feira o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. O objetivo da data é chamar atenção e conscientizar a sociedade dos diversos problemas de saúde e distúrbios comuns na vida das mulheres.

De acordo com o Ministério da Saúde, a morte materna é o óbito de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação, independentemente da duração ou da localização da gravidez. Pode ser causada por qualquer fator relacionado ou agravado pela gravidez ou por medidas tomadas em relação a ela.

As principais causas de morte materna são hipertensão, hemorragia, infecções puerperais, doenças circulatórias complicadas pela gravidez, parto e o aborto.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o Brasil conquistou avanços significativos na redução de mortes relacionadas à gravidez ou parto de 1990 a 2013. O país reduziu a taxa de mortes maternas em 43% desde a década de 90. Mesmo com esta redução, de acordo com o obstetra e diretor da Associação de Ginecololistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Francisco Lírio Ramos, de 95% a 99% das mortes maternas são evitáveis.

“É fundamental que toda mulher na atenção primária tenha acesso a uma assistência de qualidade, com acompanhamento adequado e planejamento reprodutivo. Assim, identificado qualquer problema de saúde, ela tem um acompanhamento de controle, para que junto com o profissional de saúde possa programar a gravidez. Ao engravidar, a mulher deve ter uma assistência pré-natal. Se identificar algum risco gestacional, a mulher deve ser encaminhada para um pré-natal de alto risco”, detalha o médico. 

“Temos um novo desafio. Está entre os objetivos do desenvolvimento sustentável, propostos pela ONU, a redução de 70% dos casos de morte materna entre 2016 e 2030. Em 2015, tivemos 230 mortes maternas para cada 100 mil nascidos vivos. Por isso, o objetivo é que tenhamos uma queda para menos de 70 mortes maternas para cada 100 mil nascidos vivos”, detalha Francisco Lírio Ramos,obstetra e diretor da Sogimig. 

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