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No Atlético há oito anos, Leonardo Silva diz que clube atravessa pior momento desde 2011

Por Redação, 08/11/2018 às 17:43
atualizado em: 08/11/2018 às 17:50

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Foto: Bruno Cantini/Atlético
Bruno Cantini/Atlético

Sem vencer há cinco jogos e com apenas um gol marcado no período, o Atlético não vive uma boa fase na temporada e está com a vaga na pré-Libertadores ameaçada. Na opinião do experiente zagueiro Leonardo Silva, a equipe passa pelo pior momento desde 2011, ano em que chegou ao clube e quando o Galo lutou contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

“Pode se dizer que sim (atravessa o pior momento desde 2011). Devido à circunstância e à situação, comparando com aquele ano, é um momento muito delicado que a gente não gostaria de estar atravessando. Mas a gente espera que o final dele (momento) seja positivo porque ainda estamos no G6. Se o campeonato terminasse hoje estaríamos com a vaga na Libertadores. Esse é o nosso objetivo atual e a gente espera mantê-lo”, declarou.

Em 2011, o Atlético lutou contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro e só escapou da queda na penúltima rodada. Desde então, o time foi vice-campeão nacional duas vezes (2012 e 2015), conquistou os títulos inéditos da Libertadores (2013), Copa do Brasil (2014) e Recopa Sul-Americana (2014) e foi vice da Copa do Brasil (2016).

Nesta temporada, o Atlético foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Brasil para a Chapecoense e caiu na Primeira Fase da Sul-Americana para o San Lorenzo-ARG utilizando uma formação reserva. Após a derrota para os argentinos, o presidente Sérgio Sette Câmara declarou que o torneio não era interessante para o clube, chamou a competição de “Segunda Divisão da Libertadores” e disse que o foco era o Brasileirão.

No entanto, o Atlético caiu drasticamente de rendimento no returno do Brasileiro, perdeu a 'gordura' e viu Santos e Atlético-PR entrarem forte na luta pelo G6. Devido à turbulência, Sette Câmara trocou o técnico – saiu Thiago Larghi e entrou Levir Culpi – e demitiu o diretor de futebol Alexandre Gallo, que era bastante criticado pelos torcedores.

Mas com Levir o time sofreu três derrotas seguidas e a distância para o sétimo colocado, que chegou a ser de oito pontos, foi reduzida a zero: atualmente, o Galo está à frente do Peixe no número de vitórias.

Para Léo Silva, a falta de sequência de trabalho tem atrapalhado o Atlético. “Nada é rápido, de um dia para o outro. Se somar, nos últimos anos tivemos seis treinadores. Isso dificulta qualquer trabalho. Se vocês (jornalistas) tiverem cinco ou seis chefes, cinco ou seis filosofias vocês vão ficar um pouco perdidos. Mas a gente tenta buscar naquilo que cada treinador passou para conseguir evoluir. É uma dificuldade, mas que a gente sempre conseguiu superar”, disse.

“Não é o ideal, porque time vencedor precisa ter uma permanência de trabalho, e foi assim que aconteceu nos nossos anos vitoriosos. Lembrando que quando o Cuca chegou aqui ele teve seis derrotas seguidas. Não que isso vá acontecer (com Levir), não queria nem lembar, mas foi um momento difícil que atravessamos para depois continuar o trabalho e conquistar os títulos que conquistamos. Esperamos tirar o melhor do Levir para que ele consiga dar o melhor dele para nós e a gente consiga entrosar a equipe o mais rápido possível para manter a classificação (à Libertadores)”, finalizou.

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