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Moradores de Barra Longa enfrentam problemas de saúde e danos em mais de 200 casas

Por Redação , 06/11/2018 às 08:01
atualizado em: 07/11/2018 às 08:03

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Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil
Antonio Cruz/ Agência Brasil

Quase 39 milhões de metros cúbicos de lama e rejeito invadiram o meio ambiente, córregos e ribeirões que formam o Rio Doce e boa parte foi ao centro de Barra Longa, cidade vizinha a Mariana, que tem pouco mais de cinco mil habitantes. O medo não passa, mesmo passados mais de mil dias da tragédia. Além disso, os moradores sofrem com a qualidade do ar e com a falta de segurança e conforto nas casas trincadas em mais de 200 casas.

A Fundação Renova criada em agosto de 2016 para gerenciar as ações de reparação sócio-ambiental após a tragédia admite que este são os pontos mais críticos do momento e promete soluções rápidas. 

Na Zona Rural, os produtores rurais contam com ajuda da Organização Não Governamental (ONG) WRI Brasil, que oferece capacitação para melhorar o aproveitamento do pasto e aumentar a produção de leite. São pelos menos 250 propriedades rurais entre a Barragem de Fundão, em Mariana, e a usina hidrelétrica de Candonga, em Santa Cruz do Escalvado. O trabalho de capacitação dos produtores é feito em 25 fazendas. 

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