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Mano destaca união e experiência do Cruzeiro e brinca com fama de retranqueiro

Por Redação, 20/04/2019 às 20:17
atualizado em: 21/04/2019 às 21:46

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Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro
Vinnicius Silva/Cruzeiro

Coroado com mais um título pelo Cruzeiro, o técnico Mano Menezes disse, após o empate com o Atlético neste sábado, na Arena Independência, que a experiência e união do time celeste fizeram toda a diferença para se alcançar a vitória mesmo depois de ter saído atrás no placar no clássico.

Ouça a entrevista completa com o repórter Samuel Venâncio

"A experiência que temos, a convivência que temos, já com quase três anos com a maioria desses jogadores, a confiança que eles têm no técnico, fez o Cruzeiro voltar para o segundo tempo bem organizado, buscando de maneira correta a igualdade no marcador. Acho que o Pedro [Rocha] entrou bem para fazer duas, três jogadas como é a característica dele. Depois baixei Robinho, estávamos quase que usando um volante para fazer armação. Eu coloquei Thiago Neves arriscando um pouco mais. Era um risco que tínhamos que correr naquela hora. Fizemos o gol, eu tirei o Rodriguinho, coloquei o Lucas e a partir daí não teve mais jogo, foi só emoção, bola na área e a gente soube suportar bem", destacou Mano.

Para muitos, a entrada de Dodô na lateral esquerda foi uma surpresa já que Egídio vinha sendo titular absoluto no time celeste. Sobre a decisão de colocar Dodô na finalíssima, Mano disse que foi uma escolha técnica baseada nas características do jogador. 

"A gente vem trabalhando com o Egídio há bastante tempo, confia nele, ele foi campeão com a gente e Dodô chegou para qualificar o setor esse ano. (...) Então a escolha especificamente para este jogo respeitou isso. Nós sabemos que aqui, no Independência, os lados do campo são muito importantes. Seja com o Atlético, seja com o América, tem uma pressão grande", explica.

Questionado sobre a fama de retranqueiro, o técnico do Cruzeiro brincou e disse que adota o mesmo estilo de comando há anos e que continuará enquanto der certo.

"Eu brinco porque ao brincar eu estou escondendo um pouco aquilo que a gente faz bem feito e como isso está rendendo conquistas importantes e títulos, eu vou continuar assim. Vou dizer que sou retranqueiro e vou continuar atacando bem. Eu acho que o futebol, a ideia que eu acredito de futebol, é uma mistura de eficiência com qualidade de jogo. Não adianta nada você ter uma qualidade de jogo que encanta todo mundo e você perder mais do que ganhar. Sua qualidade, seu jogo, não vai sobreviver. Muito menos em um futebol brasileiro como o nosso. Mas, o preço que as minhas equipes pagam para isso é diferente do preço que outras querem pagar. Aí está a diferença daquilo que eu acredito e do que eu vejo por aí como teoria do futebol. O futebol é duro, o futebol é competitivo, o futebol tem que vencer, se não vencer, você não consegue defender teoria nenhuma".

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