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Mais de mil crianças são atendidas, por mês, no HPS por causa de acidentes

Por Jacqueline Moura/ Itatiaia, 08/04/2019 às 12:28
atualizado em: 08/04/2019 às 12:30

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Foto: Agência Brasil
Agência Brasil

Nos primeiros três meses deste ano, de janeiro a março, mais de 3.200 crianças já foram atendidas no Hospital de Pronto Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, por causa de acidentes em casa, na rua, ou na escola. 

Os principais acidentes são as quedas, que lideram a lista com mais 800 registros, seguidas de ingestão de pequenos objetos, intoxicações e queimaduras. A Clínica Pediátrica do Pronto Socorro é referência nacional no atendimento a essas situações e atendem, em média, 12 mil casos por ano.  

“O número de atendimento a crianças já é muito grande, mas tende em aumentar mais em períodos de férias. Alguns atendimentos são mais comuns em crianças. Além das quedas, a intoxicação por agentes químicos, envenenamentos, ingestão de corpo estranho, ou quando a criança coloca algum objeto no nariz, ouvido. E até quando a ingere algum objeto como moedas e baterias. Existem casos também de intoxicação com produtos de limpeza. Outros acidentes dentro de casa também são recebidos pelo HPS, como mordedura de cães de estimação e até queimaduras com fogos de artifício”, detalha Patrícia Drumond, gerente assistencial do Hospital de Pronto Socorro João XXIII. 

De acordo com a especialista, a maioria dos acidentes acontece em casa ou no entorno dela. E para evitar esses incidentes é preciso ter bastante atenção com os pequenos.

“Existem algumas armadilhas dentro de casa. Produtos de limpeza devem ser deixados longe do alcance das crianças, evitar ter plantas tóxicas, materiais cortantes como facas e espelhos devem ser deixados em locais seguros. Produtos pesados como televisores precisam ficar em locais de difícil acesso para crianças menores. Baldes com água são perigosos, procurar evitar”. 

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