Notícias

Líder religioso de Minas não concorda com decisão de Bolsonaro de flexibilizar quarentena em igrejas

Por Redação, 26/03/2020 às 13:55
atualizado em: 26/03/2020 às 14:08

Texto:

Ouça na Íntegra
00:00 00:00
Foto: Fotos Públicas
Fotos Públicas

Após o decreto publicado nesta quinta-feira por Jair Bolsonaro, que inclui igrejas como “serviços essenciais” e autoriza abertura durante a quarentena, o presidente do Conselho de Pastores Evangélicos de Minas Gerais, Jorge Linhares, afirma não concordar com a retomada das missas e celebrações, devido à aglomeração de pessoas.

“As igrejas não devem retornar aos cultos com milhares de pessoas”, diz o pastor que lidera a Batista Getsêmani, no bairro Jaraguá, região da Pampulha em Belo Horizonte, que reúne em média 50 mil fiéis por semana.

Ele acredita que a Igreja deve abrir apenas para orações individuais, tendo sempre alguém de plantão para atender às necessidades dos fiéis. “Ela (Igreja) está aberta para pessoas que querem entrar, fazer uma oração, clamarem a Deus e irem embora. Nós pastores, padres e religiosos entendemos perfeitamente que as pessoas têm necessidade”, pondera.

A Arquidiocese de Belo Horizonte ainda não se pronunciou sobre o decreto de Bolsonaro. Segundo a assessoria de imprensa, a Igreja Católica aguarda as orientações do Ministério da Saúde para se posicionar.

Escreva seu comentário

Preencha seus dados

ou

    #ItatiaiaNasRedes

    RadioItatiaia

    ⚽️ Jogador afirmou não guardar mágoa do Cruzeiro e disse que tem amigos no clube celeste.

    Acessar Link