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Justiça suspende Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo presidente do Cruzeiro

Por Redação, 10/10/2019 às 17:15
atualizado em: 10/10/2019 às 17:44

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Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro
Vinnicius Silva/Cruzeiro

O juiz de Direito, Igor Queiroz, da 21ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, concedeu liminar nesta quinta-feira suspendendo a Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo presidente do Cruzeiro Wagner Pires de Sá para o dia 21 de outubro, às 19h, no Ginásio do Parque Esportivo do Barro Preto. A ação foi movida por um grupo de conselheiros e sócios da oposição que entrou com pedido de tutela de urgência alegando que o mandatário celeste agiu de “absoluta má-fé” ao marcar o encontro para o mesmo dia e horário, mas em local diferente, da reunião extraordinária agendada pelo presidente do Conselho Deliberativo, Zezé Perrella, que decidirá sobre o afastamento ou não dele.

Vale ressaltar que a reunião que vai definir pelo afastamento ou não de Wagner está mantida para o próximo dia 21, às 19h, em um hotel de Belo Horizonte.

"O Presidente do Cruzeiro, um dia após a publicação do referido Edital, em absoluta má-fé, publicou Edital de convocação para Assembleia Geral Extraordinária do Clube, para o mesmo dia e horário da Reunião anteriormente marcada e convocada pelo Conselho Deliberativo, em local diverso. Defendem a ilegalidade do ato convocatório emanado da Presidência do Clube, expondo suas razões de direito. Finalizaram requerendo, à guisa de antecipação dos efeitos da tutela provisória, a suspensão da convocação de Assembleia Geral Extraordinária, feita pelo
Presidente do Clube, datada para o dia 21.10.2019, com final confirmação e declaração, por sentença, acerca da nulidade do referido Edital", diz um trecho do documento.

Wagner Pires de Sá terá 15 dias úteis para responder. Caso contrário, a decisão pela suspensão da Assembleia Geral será mantida.

Entre as pautas elencadas pelo presidente Wagner Pires de Sá para a Assembleia estava ‘prestar informações e esclarecimentos sobre o clube referente ao triênio 2018/2020’.

Já a reunião convocada por Zezé Perrela pede o afastamento temporário da atual diretoria. Para isso, são necessários 50% dos votos mais um. Caso os conselheiros optem pela retirada da diretoria, será formado um conselho gestor, com aproximadamente cinco pessoas, para administrar o clube. 

Confira um trecho da decisão judicial:

Reprodução

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