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Já o Galo volta a ter o goleador máximo da competição após sete anos. A última vez que um jogador do clube se destacou ao marcar o maior número de gols no torneio foi em 2009, quando Diego Tardelli balançou as redes 19 vezes

14 gols

Por Editoria de web, 11/12/2016 às 22:43

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Foto: Bruno Cantini/Atlético
Foto: Bruno Cantini/Atlético

O Atlético falhou no objetivo de conquistar o título do Campeonato Brasileiro, mas um jogador do elenco alvinegro conseguiu atingir a meta pessoal na temporada. Mesmo não entrando em campo na última rodada, o atacante Fred terminou a competição como artilheiro, com 14 gols (12 pelo Galo e dois pelo Fluminense).

Como o Atlético optou por não disputar a rodada deste domingo, contra a Chapecoense, na Arena Condá, justamente em respeito às vítimas do trágico acidente aéreo com a delegação do clube catarinense, – a partida teve duplo W.O. e ambas as equipes foram declaradas perdedoras – restou a Fred apenas ‘secar’ os concorrentes pela TV.

Até então com 13 gols, Diego Souza, do Sport, e William Pottker, da Ponte Preta, marcaram neste domingo e empataram com o atacante do Atlético. Mas nada que atrapalhasse o recorde de Fred, que agora se torna o artilheiro do Brasileirão pela terceira vez na história igualando as marcas de Romário (2000, 2001 e 2005), Túlio Maravilha (1989, 1994 e 1995) e Dadá (1971, 1972 e 1976).

Em 2016, Fred repetiu o próprio desempenho nas edições 2012 e 2014, quando vestia a camisa do Fluminense. O gol que garantiu o ‘prêmio’ ao atacante do Galo foi marcado no empate por 3 a 3 com o Santa Cruz, no Recife, no dia 20 de novembro, pela 36ª rodada.

Já o Atlético volta a ter um artilheiro de Campeonato Brasileiro após sete anos. A última vez que um jogador do clube se destacou ao marcar o maior número de gols na competição foi em 2009, quando Diego Tardelli balançou as redes 19 vezes, dividindo o posto com Adriano ‘Imperador’, do Flamengo.

Além disso, Fred se tornou o quinto jogador da história do Brasileirão a conseguir ser o artilheiro atuando pelo Atlético. Já alcançaram o feito Dadá Maravilha (1971 e 1972), Reinado (1977), Renaldo (1996), Guilherme (1999) e Diego Tardelli (2009).

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