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Falta de políticas trabalhistas pode prejudicar o aleitamento materno

Por Redação , 09/08/2019 às 11:56
atualizado em: 09/08/2019 às 12:02

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Uma das principais preocupações da mulher com o fim da licença maternidade é como manter o aleitamento materno. A última reportagem da série especial sobre o Aleitamento Materno Exclusivo mostra os desafios para a mulher continuar amamentando, mesmo de volta às atividades profissionais. 

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), apenas 12% dos países oferecem uma licença-maternidade remunerada e adequada. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), os governos e as empresas devem se esforçar para conceder, no mínimo, nove meses de licença remunerada combinada, dividida entre a mãe e o pai.

O órgão internacional ainda mostra que as mulheres no mercado de trabalho não estão recebendo apoio suficiente para continuar a amamentar. Apenas 40% das funcionárias com recém-nascidos têm os benefícios mais básicos associados à maternidade em seu local de trabalho, como pausas regulares durante o expediente para amamentação ou permitir a ordenha do leite materno e a existência de um ambiente propício e instalações adequadas para a amamentação.

Ouça aqui a matéria completa

A série de matérias especiais sobre aleitamento materno exclusivo teve a produção e edição da repórter Kátia Pereira e a colaboração da repórter Edna Coelho.

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