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Em meio a protestos, fusão de turmas pode atingir mais de 200 escolas em Minas Gerais 

Por Redação, 23/08/2019 às 10:05
atualizado em: 23/08/2019 às 10:41

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Foto: Flickr/ SEE
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Um diagnóstico feito pela Secretaria de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) apontou que 225 escolas podem ter turmas fundidas no estado. As informações foram enviadas aos centros de ensino, que devem iniciar as alterações até semana que vem. 

A medida é adotada em meio ao protesto de estudantes, que denunciam possíveis superlotações nas escolas estaduais. Durante esta semana, profissionais e alunos da Escola Estadual Santos Dumont, em Venda Nova, na capital mineira, realizaram manifestações, acusando turmas que teriam mais de 70 estudantes. 

No entanto, a secretária de Educação, Júlia Sant'Anna, em entrevista coletiva, negou que existam turmas com mais de 40 alunos. Para ela, no caso em Venda Nova houve uma análise por parte da direção da escola de uma possível fusão de turmas. “Provavelmente houve algum desconforto, porque eu entendo que os estudantes demandavam mais atenção e diálogo.”

Ainda conforme o diagnóstico feito pela SEE, 679 escolas estaduais podem ter as turmas desmembradas, por eventual superlotação. “O nosso trabalho é justamente fazer o desmembramento de turmas onde há um número maior do que o limite e, eventualmente, fundir para criação de turmas de reforço”, diz Sant'Anna. 

Nomeações

Durante a coletiva, a secretária também informou que as mil nomeações de servidores da Educação, já anunciadas, serão efetivadas nos próximos 15 dias. Além disso, outras 2 mil nomeações devem ser públicadas até o fim do ano. 

Para o primeiro semestre de 2020, também são previstas 5 mil nomeações de servidores, conforme a secretária, que citou o lançamento de um programa de reforço para 15 mil alunos que estavam fora da escola e retornaram aos estudos.

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