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Eliminação de barragens a montante avança em Minas Gerais

Por Redação, 26/07/2021 às 17:09
atualizado em: 05/08/2021 às 19:21

Texto:

O primeiro semestre deste ano foi marcado por avanços importantes nas ações para eliminar as barragens alteadas pelo método a montante em Minas Gerais. Em junho, a Vale concluiu as obras da barragem Fernandinho, no Complexo Vargem Grande, em Nova Lima, e a construção de uma estrutura de contenção de rejeitos para as barragens Forquilhas I, II, III e Grupo, da Mina de Fábrica. Os projetos fazem parte do compromisso da empresa para reduzir os riscos das suas operações nas comunidades onde atua.

A eliminação das barragens alteadas com  método a montante está prevista na legislação recente de barragens, que determina a descaracterização desse tipo de estrutura. Na prática,  o processo consiste em realizar obras para reintegrar funcionalmente a estrutura e seus conteúdos ao meio ambiente, de modo que ela deixe de exercer o seu propósito principal que é o de atuar como uma contenção de rejeitos.

Barragem Fernandinho

A obra da barragem Fernandinho durou aproximadamente um ano e gerou cerca de 540 empregos diretos, mais de 60% deles na região de Nova Lima. Durante os trabalhos, a Vale retirou aproximadamente 560 mil metros cúbicos de rejeito. Ao final, a estrutura perdeu a função para armazenamento de rejeitos e de água.


Barragem Fernandinho após o processo de descaracterização. Foto: Videodelivery

A barragem Fernandinho é a sexta barragem a montante eliminada pela Vale desde 2019.

Estruturas descaracterizadas:

  • Minas Gerais: barragem Fernandinho (Nova Lima), barragem 8B (Nova Lima) e dique Rio do Peixe (Itabira)
  • Pará: diques 2 e 3 da barragem Kalunga e barragem Pondes de Rejeito

Confira o vídeo sobre a obra da barragem Fernandinho:


Contenção de rejeitos entre Itabirito e Ouro Preto

 A Vale concluiu, em junho, uma contenção de rejeitos para as barragens Forquilhas I, II, III e Grupo, que ficam na Mina Fábrica, . A necessidade de ações complementares segue em avaliação pela empresa com a auditoria técnica do Ministério Público. A contenção fica entre os municípios de Ouro Preto e Itabirito e contou, durante as obras, com mais de três mil trabalhadores.

A construção tem capacidade de reter os rejeitose e reduzir os impactos em um cenário hipotético de rompimento simultâneo das estruturas. A obra também foi projetada para conter o material da barragem Forquilha IV, que fica próxima das demais, porém não será eliminada por não ser uma estrutura a montante. A contenção possui 95 metros de altura e 330 metros de comprimento. Protege a Zona de Segurança Secundária (ZSS) das barragens, que inclui áreas dos municípios de Itabirito, Raposos, Rio Acima, Nova Lima e Belo Horizonte.

Saiba mais sobre a contenção das barragens da Mina Fábrica

Além da contenção, recém-concluída, para as barragens da Mina Fábrica, a Vale implantou outras duas estruturas para as barragens B3/B4, na Mina Mar Azul, em Nova Lima, e Sul Superior, na Mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais.

Confira mais informações sobre a eliminação das barragens a montante no site: www.vale.com/descaracterizacao 


Contenção para barragens da Mina de Fábrica. Foto: Videodelivery


Contenção da barragem B3/B4.  Foto: Videodelivery      
 


Contenção da barragem Sul Superior. Foto: Videodelivery

 

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